Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/94230
Title: Where exactly did A. S. Eddington observe the solar eclipse of 29 of May 1919?
Authors: Latas, Joana 
Pape, Duarte
Simões, Ana
Keywords: 1919 total solar eclipse; British expeditions; Eddington; Príncipe
Issue Date: Dec-2020
Publisher: National Astronomical Research Institute of Thailand (NARIT)
Project: SFRH/BD/149645/2019 
Serial title, monograph or event: Journal of Astronomical History and Heritage
Volume: 23
Issue: 3
Place of publication or event: Chiang Mai (Tailândia)
Abstract: The team led by astronomer A.S. Eddington observed the total solar eclipse of 29 May 1919 from Sundy Plantation situated on the African island of Príncipe. Together with observations made in Brazil by the other British team, these results proved the light-ending prediction put forward by Albert Einstein. Over the past 100 years, during a long period of inattention, plaques were erected at Sundy Plantation at different times and at various locations to commemorate this important scientific event. With one exception, the locations of these plaques varied, mainly as a result of logistical constraints, rather than historical research. At the centenary celebrations of the 1919 eclipse organized by Eddington at Sundy: 100 Years Later, the exact site where the observations took place was identified. As a result of interdisciplinary teamwork involving experts in history of science, mathematics, architecture and anthropology, members of the local community and a Santomean artist, the exact location of the observations has now been artistically sign-posted. This research paper discusses the convoluted process that led to this identification. Furthermore, it argues that besides the intrinsic value of interdisciplinary research, this identification empowered local communities by enhancing their collective memory of a ground-breaking scientific event that is indelibly tied to their past, while boosting their development through scientific education and communication.
A equipa liderada por A.S. Eddington observou o eclipse solar total de 29 de Maio de 1919 na Roça Sundy, na africana ilha do Príncipe. Juntamente com as observações feitas no Brasil, por outra equipa britânica, estes resultados confirmaram a deflexão da luz de acordo com a previsão de Albert Einstein. Ao longo destes 100 anos, durante um longo período de esquecimento, foram erguidas placas na Roça Sundy, em momentos e localizações distintas, para sinalizar esse importante evento científico. À exceção de uma situação, os locais dessas placas foram escolhidos sobretudo devido a restrições logísticas, e não apoiados por investigação histórica. Nas celebrações do centenârio do eclipse de 1919 organizadas no âmbito de Eddington na Sundy: 100 Anos Depois, foi identificado o local exacto onde as observações astronómicas decorreram. O resultado de um trabalho de equipa interdisciplinar envolvendo especialistas de história das ciências, matemâtica, arquitectura, antropologia, membros da comunidade local e um artista santomense, permitiu identificar a localização exacta das observações que foi agora artisticamente sinalizada. Neste artigo discute-se o processo que conduziu a essa identificação. Argumenta-se que, para alẽm do valor acrescido de uma investigação interdisciplinar, esta identificação empoderou as comunidades locais ao devolver-lhes uma parte integrante da sua memória colectiva de um evento científico inovador, o qual estâ indelevelmente associado ao seu passado, ao mesmo tempo que promoveu o seu desenvolvimento atravẽs da educação e comunicação científicas.
URI: http://hdl.handle.net/10316/94230
ISSN: 1440-2807
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CITEUC - Artigos em Revistas Internacionais
IIIUC - Artigos em Revistas Internacionais

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