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Título: Alterações Da Morfologia Do Ilhéu De Langerhans Na Evolução Da Síndrome Diabética Num Modelo Animal De Diabetes Tipo 2
Outros títulos: Morphologycal Changes Of Islet Of Langerhans In An Animal Model Of Type 2 Diabetes
Autor: Seiça, Raquel M. 
Martins, M. João 
Pessa, Pedro B. 
Santos, Rosa M. 
Rosário, Luís M. do 
Suzuki, K. I. 
Martins, Maria I. 
Palavras-chave: Diabetes tipo 2; Hiperglicémia; Ilhéu de Langerhans; Ratos Goto-Kakizaki; Type 2 diabetes; Hyperglycaemia; Islet of Langerhans; Goto- Kakizaki rats
Data: 2003
Editora: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Citação: Acta Médica Portuguesa. 16:6 (2003) 381-388
Título da revista, periódico, livro ou evento: Acta Médica Portuguesa
Número: 6
Local de edição ou do evento: Lisboa
Resumo: A deficiência da secreção de insulina na diabetes tipo 2 deve-se à menor massa de células ß e à disfunção destas células. A redução da massa celular na doença humana é variável, mas não superior a 50%. Não há alterações específicas da morfologia do ilhéu diabético humano; pode surgir deposição amilóide e, ocasionalmente, fibrose insular. Com este estudo cronológico comparativo entre ratos Wistar normais (W) e ratos Goto-Kakizaki (GK), um modelo animal de diabetes tipo 2 não obesa, fizemos a avaliação da morfologia do pâncreas endócrino; a aplicação de técnicas histológicas e imuno-histoquímicas permitiu caracterizar a estrutura insular e com o estudo morfométrico computorizado de secções imunomarcadas para insulina foi possível avaliar as áreas insulino-positivas. Foi também feita uma avaliação clínica, igualmente de forma cronológica: peso corporal, glicémia (jejum e após glicose oral) e outros parâmetros bioquímicos do sangue. Os ratos GK foram sempre intolerantes à glicose e a hiperglicémia em jejum surgiu após as quatro semanas de vida; os ratos W foram primeiras semanas. A área de células insulinopositivas foi sempre menor nos pâncreas diabéticos, mas superior a 40%. Às 12 semanas e atingindo progressivamente mais ilhéus com o avançar da idade surgiram, numa subpopulação destes, lesões da normal arquitectura insular, não relacionáveis com processos inflamatórios ou imunes nem com deposição amilóide, e caracterizadas por irregularidade de contornos, perda da normal distribuição relativa das células endócrinas e aumento da matriz extracelular com deposição aumentada de material PAS positivo e fibrose. Os nossos resultados demonstram que, nos ratos GK da colónia de Coimbra, a redução da massa de células ß constitui um dos factores primários da síndrome diabética. As lesões estruturais dos ilhéus, capazes de reduzir ainda mais a massa celular e de comprometer a função insular, surgem mais tarde e serão, pelo menos em parte, causadas pela hiperglicémia
URI: https://hdl.handle.net/10316/13728
ISSN: 1646-0758
Direitos: openAccess
Aparece nas coleções:FMUC Medicina - Artigos em Revistas Nacionais

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