Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/91211
Title: Game Changing Architecture, Arquitetura como motor de desenvolvimento sustentável em África
Other Titles: Game Changing Architecture, Arquitetura como motor de desenvolvimento sustentável em África
Authors: Júnior, Jorge Fernando Manuel Tomo
Orientador: Gonçalves, José Fernando de Castro
Keywords: África; Arquitetura,; Muhipiti; Desenvolvimento Socioeconómico; Africa; Architecture; Muhipiti; Socioeconomic Development
Issue Date: 18-Sep-2019
Serial title, monograph or event: Game Changing Architecture, Arquitetura como motor de desenvolvimento sustentável em África
Place of publication or event: Departamento de Arquitetura
Abstract: In recent years rapid economic development has been recorded on the African continent, although it has not yet fully translated into the human and infrastructural development of its inhabitants. The precarious conditions and extreme poverty, in which the populations of African countries live, especially in peri-urban and rural areas, are clear examples of this. After the presentation of projects carried out in African territories by architects and non-governmental organizations in the field of housing, health and education, together with participation in the Muhipiti Workshops: strategic planning, heritage and development held on the Island of Mozambique in July 2017, a cooperation between the University of Lurio and the University of Coimbra, has tried to understand how architecture can contribute to the socio-economic development of the most disadvantaged communities of these territories. Taking as a starting point the above mentioned elements, the present work intends to show, from the presented case studies, an intervention model that can serve as a basis for the architecture work in this context.With a recent process of decolonization in the 1960s and 1970s, Africa struggles for its socioeconomic stability as well as for its multicultural affirmation. Despite strong signs of economic growth1, most of the sub-Saharan countries are at the bottom of the table with respect to the Human Development Index (HDI), which clearly reveals wealth production but does not translate into quality of life of its inhabitants, a phenomenon that is observed explicitly in the periurban areas of the large cities in the form of Slums3 and in the decline of the rural environment that comes from the massive emigration of the population to the cities in search of better living conditions. The African continent has great potentialities in terms of natural and human resources4, supported by a rich cultural diversity. These factors can make a positive contribution to making Africa a global example in the field of sustainability.
Nos últimos anos constatou-se um rápido desenvolvimento económico no continente africano, embora este ainda não se traduza integralmente no desenvolvimento infraestrutural e humano dos seus habitantes. As condições precárias e a pobreza extrema em que as populações dos países africanos vivem, principalmente em zonas periurbanas e rurais constituem exemplos claros deste fato.Após a apresentação de projetos realizados em território africano por arquitetos e organizações não-governamentais no campo da habitação, saúde e educação, juntamente com a participação nas Oficinas de Muhipiti: planeamento estratégico, património e desenvolvimento realizada na Ilha de Moçambique em Julho de 2017, resultante da cooperação entre a Universidade do Lúrio e a Universidade de Coimbra, procurou-se compreender como é que a arquitetura pode contribuir em prol do desenvolvimento socioeconómico das comunidades mais desfavorecidas deste território.Tendo como ponto de partida os elementos acima apontados, o presente trabalho, pretende evidenciar a partir dos casos de estudo apresentados, um modelo de intervenção que possa servir de base de trabalho da arquitetura neste contexto.Com um processo de descolonização ainda recente nas décadas de 60 e 70, África peleja pela sua estabilidade socioeconómica assim como pela sua afirmação multicultural. Apesar de se verificar fortes sinais de crescimento económico1, a maioria dos países subsarianos estão no fundo da tabela no que diz respeito ao índice de desenvolvimento humano (IDH), o que claramente revela produção de riqueza mas que não se traduz na qualidade de vida dos seus habitantes, fenómeno este que se observa de forma explícita nas áreas periurbanas das grandes cidades em forma de Slums3 e no declínio do meio rural que advém da emigração massiva da população para as urbes em busca de melhores condições de vida. O continente africano apresenta grandes potencialidades em termos de recursos naturais e humanos4, suportados por uma diversidade cultural riquíssima. Estes fatores podem contribuir de forma positiva para tornar África num exemplo mundial no campo da sustentabilidade.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitetura apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia
URI: http://hdl.handle.net/10316/91211
Rights: openAccess
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado

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