Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/99279
Title: Estudo de validação da Escala de Baixo Autocontrolo numa amostra de adultos da população forense
Other Titles: Validation study of Low Self-Control Scale on a forensic population sample
Authors: Abreu, Ângela Rosário Loureiro
Orientador: Alberto, Isabel Maria Marques
Keywords: autocontrolo; parentalidade; validação; amostra forense; self-control; parenthood; validation; forensic sample
Issue Date: 18-Nov-2021
Serial title, monograph or event: Estudo de validação da Escala de Baixo Autocontrolo numa amostra de adultos da população forense
Place of publication or event: FPCEUC
Abstract: A presente investigação teve como principal objetivo o estudo das características psicométricas da Escala de Baixo Autocontrolo, adaptada por Fonseca (2002), com recurso a uma amostra de pais/mães avaliados em contexto forense. Para tal, procurou-se analisar a consistência interna, a validade concorrente e a influência das variáveis sociodemográficas como o sexo, a idade e o tipo de processo judicial nos resultados na Escala de Baixo Autocontrolo. Recorreu-se a uma amostra da população forense (n= 32) com idades compreendidas entre os 22 e os 54 anos. A recolha da amostra resulta do processo regular de avaliação psicológica, pelo que seguiu os procedimentos habituais deste contexto. O protocolo de investigação é composto por um questionário sociodemográfico de caracterização da amostra e cinco escalas de autorresposta, nomeadamente a Escala de Baixo Autocontrolo, a Escala de Impulsividade de Barratt, o Inventário de Avaliação Comportamental de Funções Executivas, o Inventário de Sintomas Psicopatológicos e a Escala de Desejabilidade Social. Os resultados obtidos nos estudos de precisão indicam qualidades psicométricas ao nível da consistência interna que variam entre inaceitáveis (subescalas Preferência por atividades físicas e Tendência para tomada de risco) e razoáveis, nas restantes subescalas e para o Total. Registaram-se correlações positivas, moderadas e elevadas, com significância estatística, entre o Total da Escala de Baixo Autocontrolo e as suas subescalas. No entanto, entre as diversas subescalas as correlações foram geralmente baixas. No que diz respeito à validade concorrente, obtiveram-se correlações positivas, moderadas e elevadas, com significância estatística, entre as subescalas do BRIEF-A e o Total da Escala de Baixo Autocontrolo. As subescalas do BSI apresentam corelações positivas, variando entre moderada e elevada correlação, com significância estatística, com a subescala Temperamento Volátil da Escala de Baixo Autocontrolo. Não se observou correlação estatisticamente significativa entre a Escala de Baixo Autocontrolo e o Total da BIS-11. Os coeficientes de correlação entre a DESCA e a Escala de Baixo Autocontrolo são moderados, especificamente na subescala de Gestão de Imagem Social. No entanto, sendo de sentido positivo, não parecem traduzir uma gestão de imagem positiva, pois quanto maior é o resultado na EBA, mais baixo é o autocontrolo.
The current study’s main goal was to analyse the psychometric characteristics of the Low Self-Control Scale, adapted to Portuguese by Fonseca (2002), using a sample of fathers/mothers taken in a forensic context. To this end, internal consistency, concurrent validity and the influence of sociodemographic variables such as gender, age and type of lawsuit on the results of the Low Self-Control Scale were analyzed. A sample of the forensic population (n = 32) aged between 22 and 54 years was used. The sample results from the regular process of psychological assessment, so it followed the usual procedures in this context. The research protocol consists of a sociodemographic questionnaire to characterize the sample and five self response scales, namely the Low Self-Control Scale, the Barratt Impulsiveness Scale, the Executive Functions Behavior Assessment Inventory, the Psychopathological Symptom Inventory and the Social Desirability Scale.The results obtained in the precision studies indicate the psychometric classifications at the level of internal consistency ranging from unacceptable (subscales Preference for Physical Activities and Tendency to Risk Taking) and reasonable, in the remaining subscales and for the Total. There were positive, moderate and high correlations, with statistical significance, between the Low Self-Control Scale Total and its subscales. However, among the various subscales the correlations were generally low. With regard to concurrent validation, positive, moderate and high correlations were obtained, with statistical significance, between the BRIEF-A subscales and the Low Self-Control Scale Total. The BSI subscales show positive correlations, ranging from moderate to high correlation, with statistical significance, with the Volatile Temperament subscale of the Low Self-Control Scale. There was no statistically correlation between the Low Self-Control Scale and the BIS 11 Total. The correlation coefficients between DESCA and the Low Self Control Scale are moderate, specifically in the Social Image Management subscale. However, being in a positive sense, it does not seem to translate a positive image management, as the higher the EBA result, the lower the self control.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
URI: http://hdl.handle.net/10316/99279
Rights: openAccess
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