Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/98468
Title: Terapêutica neoadjuvante do melanoma
Other Titles: Neoadjuvant therapy for melanoma
Authors: Ramos, Laura Soares
Orientador: Vieira, Ricardo José David Costa
Keywords: melanoma; neoadjuvante; (bio)quimioterapia; IFN-α; imunoterapia; terapia dirigida; melanoma; neoadjuvant; (bio)chemotherapy; IFN-α; immunotherapy; target therapy
Issue Date: 21-Jan-2021
Serial title, monograph or event: Terapêutica neoadjuvante do melanoma
Place of publication or event: Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra, Portugal
Abstract: O melanoma cutâneo é o tumor cutâneo com maior taxa de mortalidade. De facto, o diagnóstico de doença localmente avançada está associado a pior prognóstico, com elevadas taxas de recorrência, mesmo perante a aplicação do tratamento preconizado. A introdução de terapêutica neoadjuvante poderá não só melhorar a abordagem cirúrgica, tida como curativa, como também traduzir-se em benefício para a sobrevivência destes doentes. A fim de perceber quais as terapêuticas que têm vindo a ser estudadas na abordagem neoadjuvante e o seu impacto no prognóstico, procedeu-se à revisão da literatura relevante, disponível nas bases de dados Pubmed e Web of Science, de 2015 a 2020. É evidente o desenvolvimento da terapia neoadjuvante. Iniciou-se pelo estudo da quimioterapia, da bioquimioterapia e pela utilização de doses elevadas de interferão α. A identificação de potenciais alvos moleculares terapêuticos fez considerar novas terapêuticas, como a imunoterapia (baseada na inibição de checkpoints CTLA-4 e PD-1) e a terapia dirigida (nos melanomas com gene BRAF mutado). Verificou-se existir uma melhoria na sobrevivência dos doentes com melanoma localmente avançado possivelmente ressecável, especialmente com a utilização das novas terapêuticas. No entanto, a evidência disponível ainda não é suficiente para a definição de um regime terapêutico neoadjuvante efetivo e seguro.
Cutaneous melanoma has the highest mortality rate of skin cancers. In fact, the diagnosis of locally advanced melanoma is associated with worse prognosis and with high recurrence rates, even after recommended treatment. The introduction of neoadjuvant therapy might improve surgical approach, regarded as curative, and translate into benefit for those patient’s survival. To understand which therapies have been studied for neoadjuvant approach and their impact on prognosis, the available relevant literature on Pubmed and Web of Science, from 2015 to 2020, was reviewed. It is clear the development of neoadjuvant therapies. It began on chemotherapy, biochemotherapy and high doses of interferon α. The identification of potential therapeutic molecular targets did consider new therapies, such as immunotherapy (based on inhibition of CTLA-4 and PD-1 checkpoints) and target therapy (for BRAF-mutated melanoma). There was an improvement in patient’s survival with resectable stage III melanoma, especially with the new therapies. However, the available evidence is still not enough to define an effective and safe neoadjuvant therapeutic regimen.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/98468
Rights: openAccess
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