Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/98429
Title: Comparação da Lesão Miocárdica na Ablação de Fibrilhação Auricular Por Radiofrequência versus Crioablação
Other Titles: Comparison of myocardial injury caused by atrial fibrillation ablation: radiofrequency vs. cryoablation
Authors: Silva, Susana Cristina Reis da
Orientador: António, Natália Sofia Claúdio
Keywords: FIBRILHAÇÃO AURICULAR; CRIOABLAÇÃO; ABLAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA; TROPONINA DE ALTA SENSIBILIDADE; LESÃO MIOCÁRDICA; ATRIAL FIBRILLATION; CRYOABLATION; RADIOFREQUENCY CATHETER ABLATION; HIGH SENSITIVITY TROPONIN; MYOCARDIAL INJURY
Issue Date: 2-Jun-2021
Serial title, monograph or event: Comparação da Lesão Miocárdica na Ablação de Fibrilhação Auricular Por Radiofrequência versus Crioablação
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: Introduction: The cornerstone of atrial fibrillation (AF) catheter ablation is pulmonary vein isolation (PVI), either using point-by-point radiofrequency ablation (RF) or single-shot ablation devices, such as cryoballoon ablation (CB). However, achieving permanent transmural lesions is difficult and pulmonary vein (PV) reconnection is common. Elevation of high-sensitivity Troponin I (hsTnI) may be used as a surrogate marker for transmural lesions. Still, data regarding the comparison of hsTnI increase after PVI with RF or cryo-energy is scarce. The aim of this study is to compare the magnitude of hsTnI elevation after PVI with CB versus RF using Ablation Index (AI) guidance. Methods: Prospective study of 28 patients admitted for first ablation procedure of AF in a single tertiary Cardiology Department. Fourteen patients were submitted to PVI using CB and 14 patients were submitted to RF using CARTO® mapping system and AI guidance. Patients with atrial flutter or long-standing persistent AF were excluded. Baseline characteristics were compared between groups, as well as hsTnI before and after the procedure. Results: Mean age was 59.8±12.8 years old, 50% of patients were male and 82.1% had paroxysmal AF. There were no significant differences between groups regarding demographic characteristics or comorbidities (namely prevalence of arterial hypertension, dyslipidaemia, diabetes or obesity) or regarding AF type. There was also no significant difference in electrical cardioversion need during the ablation procedure. HsTnI median value before ablation was 4.4±5.6 ng/dL in CB-group versus 2.7±1.8 ng/dL in RF-group (p=0.421). After the procedure, the variation of hsTnI was significantly higher in CB-group (2846.4 ± 2411.8 ng/dL versus 632.8 ± 401.5 ng/dL RF; p=0,005). There were no periprocedural complications. During a mean follow-up of 6.0±4.1 months there was no significant difference regarding FA recurrence (14.3% RF vs. 7.1% CB, p=0.549). Conclusions: High-sensitivity Troponin I was significantly elevated after PVI, irrespective of the ablation technique. In CB-group, hsTnI variation was significantly higher than in RF-group. This disparity may reflect more extensive or deeper transmural lesions with cryoablation. Further studies are needed to understand whether this hsTnI elevation is predictive of a lower long-term AF recurrence rate.
Introdução: A base da ablação por catéter da fibrilhação auricular (FA) assenta no isolamento das veias pulmonares (IVP), usando a ablação ponto-a-ponto por radiofrequência (RF) ou a técnica de single-shot como a crioablação (CB). No entanto, lesões transmurais permanentes são de difícil obtenção e a reconexão das veias pulmonares (VP) é comum. A elevação de troponina I de alta sensibilidade (hsTnI) pode ser usada como um marcador das lesões transmurais. No entanto, os dados sobre a comparação da elevação da hsTnI após as duas técnicas de ablação de FA são escassos. O objetivo deste estudo é comparar a magnitude da elevação de hsTnI após o IVP com CB versus RF guiada por Ablation Index (AI). Métodos: estudo prospetivo com 28 doentes admitidos para o primeiro procedimento de ablação de FA no serviço de Cardiologia dum hospital terciário. Destes doentes, 14 foram submetidos a IVP por CB e 14 por RF utilizando o sistema de mapeamento CARTO® e AI. Doentes com flutter auricular ou com FA persistente de longa duração foram excluídos. As características basais da amostra foram comparadas entre os dois grupos, assim como a hsTnI antes e após procedimento. Resultados: A idade média foi de 59,8±12,8 anos, 50% dos doentes eram do sexo masculino e 82,1% tinham FA paroxística. Não se verificaram diferenças significativas entre os dois grupos relativamente a características demográficas e comorbilidades (nomeadamente prevalência de hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes, obesidade) ou em relação ao tipo de FA. Não houve diferença significativa entre os dois grupos quanto à necessidade de cardioversão elétrica durante o procedimento de ablação de FA. A média de hsTnI antes de ablação foi de 4,4±5,6 ng/dL no grupo de CB e de 2,7±1,8 ng/dL no grupo de RF (p=0,421). Após o procedimento, a variação de hsTnI foi significativamente maior no grupo da CB (2846,4±2411,8 ng/dL vs. 632,8±401,5 ng/dL RF; p=0,005). Durante o follow-up médio de 6,0±4,1 meses não se verificou uma diferença significativa na taxa de recorrência de FA (14,3% RF vs. 7,1% CB, p=0,549). Conclusão: A hsTnI aumentou substancialmente após o IVP independentemente da técnica de ablação. No grupo submetido a CB, a variação da hsTnI foi significativamente maior do que no grupo submetido a ablação por RF. Esta disparidade pode traduzir-se em lesões mais extensas ou profundas na CB. Estudos complementares são necessários para perceber se a elevação da hsTnI é preditiva de uma menor taxa de recorrência de FA a longo prazo.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/98429
Rights: embargoedAccess
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