Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/94797
Title: O papel mediador da autocompaixão e ação comprometida na relação entre vergonha e sintomatologia depressiva em pessoas com e sem doença crónica
Other Titles: The mediating role of self-compassion and committed action in the relationship between shame and depressive symptomatology in people with and without chronic disease
Authors: Veiga, Daniela Filipa Neto
Orientador: Ferreira, Cláudia Rute Carlos
Trindade, Maria Inês Oliveira e Costa de Almeida
Keywords: Autocompaixão; Ação comprometida; Doença crónica; Sintomatologia depressiva; Vergonha; Committed action; Chronic disease; Depressive symptomatolgy; Shame; Self-compassion
Issue Date: 26-Jul-2019
Serial title, monograph or event: O papel mediador da autocompaixão e ação comprometida na relação entre vergonha e sintomatologia depressiva em pessoas com e sem doença crónica
Place of publication or event: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Abstract: Objetivo: O presente estudo teve como principal objetivo explorar o papel mediador da autocompaixão e da ação comprometida na associação entre vergonha e sintomatologia depressiva, numa amostra mista de pessoas com e sem diagnóstico de doença física crónica. Explorou-se, ainda, diferenças entre os grupos em relação à vergonha, autocompaixão, ação comprometida e sintomatologia depressiva. Métodos: Neste estudo participaram 453 adultos (223 com doença crónica e 230 sem diagnóstico de doença crónica), que preencheram medidas de autorrelato através de uma plataforma online. As análises principais do estudo foram realizadas através de modelos de equações estruturais. Resultados: Em relação às diferenças entre os grupos, os dados revelam maiores níveis de vergonha e de sintomatologia depressiva e menor ação comprometida no grupo com doença crónica comparativamente ao grupo sem doença crónica. No entanto, não foram encontradas diferenças significativas em relação aos níveis de autocompaixão entre os grupos. Os resultados das análises de correlação demonstraram que maiores níveis de vergonha se associam a menores níveis de autocompaixão e ação comprometida e a maior sintomatologia depressiva, em ambos os grupos. Os resultados da análise de caminhos sugerem que sentimentos de vergonha estão associados a maior sintomatologia depressiva, através do efeito mediador de menores níveis de autocompaixão e de ação comprometida. Os dados obtidos na análise multigrupos demonstraram a invariância do modelo entre os grupos. Conclusões: Este estudo parece fornecer um contributo importante no estudo da vergonha e sintomatologia depressiva, demonstrando o papel mediador da autocompaixão e ação comprometida nessa relação. Estes processos parecem ser importantes mecanismos mediadores que parecem diminuir o efeito nefasto da vergonha na sintomatologia depressiva. Assim, os dados do presente estudo podem ser entendidos como argumentos para o teste de eficácia de intervenções psicológicas baseadas na autocompaixão e ação comprometida para a melhoria do bem-estar psicológico, em ambos os grupos.
Purpose: The main aim of this study was to identify the potential mediating role of self-compassion and committed action in the association between shame and depressive symptomatology in a sample of people with chronic disease and people without a diagnosis of chronic disease. Furthermore, the differences between these groups were also analyzed regarding shame, self-compassion, committed action and depressive symptoms.Methods: A total of 453 adults participated in this study (223 with chronic disease and 230 without a diagnosis of chronic disease), by completing self-report instruments through an online platform. Data was analyzed through structural equation modelling. Results: Higher levels of shame and depressive symptomatology, and lower levels of committed action were found for the chronic disease group in comparison with the group without a disease diagnosis. However, no significant differences in self-compassion were found between groups. Results from the correlation analyses showed that high levels of shame are associated with low levels of self-compassion and committed action and with high levels of depressive symptomatology, in both groups. Path analysis results showed that feelings of shame have an impact of depressive symptomatology, partially though low self-compassion and low committed action. A multi-group analysis demonstrated that this model was invariant (e.g., did not present significant differences) between groups. Conclusions: This study seems to provide an important contribution to the study of shame and depressive symptomatology, demonstrating the mediating role of self-compassion and committed action in this relationship. These processes appear to be important mediating mechanisms which seem to minimize the negative effects of shame on depressive symptomatology. Therefore, the analyzed data can be interpreted as arguments for test of efficacy of psychological interventions based on self-compassion and committed action for people with or without a chronic disease diagnosis.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
URI: http://hdl.handle.net/10316/94797
Rights: embargoedAccess
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