Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/93754
Title: “A Escuridão do Eu: O Inconsciente e o Primitivo na Literatura Inglesa da Viragem do Seculo XIX para XX”
Other Titles: “The Darkness of the I: The Uconscious and the Primitive in Fin de Siècle English Literature”
Authors: Polisciuc, Olesia
Orientador: Matos, Jacinta Maria Cunha da Rosa
Keywords: primitivo e inconsciente; época vitoriana e viragem do século; literatura inglesa; interiorização do primitivo; crise existencial do sujeito; primitive and unconscious; Victorian century and fin de siècle; English literature; interiorization of primitive; existencial crisis of the individual
Issue Date: 2-Dec-2020
Serial title, monograph or event: “A Escuridão do Eu: O Inconsciente e o Primitivo na Literatura Inglesa da Viragem do Seculo XIX para XX”
Place of publication or event: FLUC
Abstract: “A Escuridão do Eu: O Inconsciente e o Primitivo na Literatura Inglesa da Viragem do Seculo XIX para XX”O fascínio pelos enigmas mais escuros da mente humana sempre foram e serão atuais, pois estão em constante evolução – acompanhando o tempo. O contexto da época vitoriana e da viragem do século é um momento particularmente interessante para seguir a atração e mergulhar em busca do novo Eu: escuro, primitivo e misterioso. Este novo Eu nasceu especificamente nesta época graças ao conjunto de acontecimentos históricos e sociais durante a época vitoriana, como a industrialização, a expansão da metrópole e a urbanização, o progresso e as descobertas inovadoras na ciência e tecnologia. A maior problemática que o sujeito vitoriano enfrentou na viragem do século foi a perceção de que o inconsciente do individuo não é como se pensava antes – não pode ser explicado pela razão e a lógica, não pode ser controlado e pode ser bastante perigoso tanto para a sociedade, como para o próprio sujeito. Após esta perceção, o indivíduo, fragmentado e em crise, teve de gerir o primitivo dentro de si e passar por um processo da interiorização deste primitivo.Adicionalmente, a ansiedade e as incertezas em relação ao futuro geram uma crise existencial com qual o sujeito vitoriano também tem de lidar. A análise deste processo de busca e de interiorização do primitivo no sujeito pode ser feita recorrendo à Literatura Inglesa das últimas décadas do século XIX e da viragem do século, que refletem o contexto cultural da época.Esta tese ocupa-se da análise de obras relevantes para esta problemática, de autores como Robert Louis Stevenson, Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (1886), Arthur Conan Doyle, “The Sign of Four” (1890) e Joseph Conrad, Heart of Darkness (1902), investigando como elas refletem o processo da interiorização do novo Eu do sujeito vitoriano.
“The Darkness of the I: The Uconscious and the Primitive in Fin de Siècle English Literature”The fascination with the darkness of the human mind always has been and will continue to be topical, because it is constantly evolving, moving with the times. The Victorian century and the fin de siècle have a prominent position in the discovery of a new “I”, primitive and mysterious, which emerged due to the significant changes of the XIX century like industrialization, urbanization and the expansion of metropolitan areas, scientific progress and innovations in techlology. The unconscious and the primitive were completely new and undiscovered by Victorian individuals, used to the stability and the rigid order established in society. This primitive part of the subject could neither be explained by logic, nor controlled, making it a possible danger both for society and the individual. This perception of a fragmented individual in crisis was compounded by a process of interiorization of the primitive inside.Never before was the primitive so close and so obvious, so aggressive and problematic, not only in the wider society, but within the Victorian subject. Anxieties and uncertainties about the future created the conditions for an existential crisis of the subject. English Literature of the last decades of the XIX century will lend itself easily to an analysis of the interiorization of the primitive, since it perfectly reflects the cultural context of the era.This dissertation brings together three works of British Literature: Robert Louis Stevenson´s Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (1886), Arthur Conan Doyle´s “The Sign of Four” (1890) and Joseph Conrad´s Heart of Darkness (1902) and analyses how they all reflect this process of interiorization of the primitive inside the subject.
Description: Dissertação de Mestrado em Estudos de Cultura, Literatura e Línguas Modernas apresentada à Faculdade de Letras
URI: http://hdl.handle.net/10316/93754
Rights: openAccess
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado

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