Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/93093
Title: Relatórios de Estágio e Monografia intitulada"Apitoxina: toxicidade e potencial terapêutico"
Other Titles: Internship and Monograph reports entitled"Apitoxin: toxicity and therapeutic potential"
Authors: Ascensão, João Pedro Janeiro
Orientador: Barbosa, Isabel Rita Rebelo Ferreira
Simões, Olga Cristina
Almeida, Rita Isabel Alves N. de
Keywords: Abelhas; Apis mellifera; Veneno da Abelha; Apitoxina; Cancro; Bees; Apis mellifera; Bee Venom; Apitoxin; Cancer
Issue Date: 11-Sep-2020
Serial title, monograph or event: Relatórios de Estágio e Monografia intitulada"Apitoxina: toxicidade e potencial terapêutico"
Place of publication or event: Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, Farmácia Central de Pereira e Plural
Abstract: As abelhas do mel, Apis mellifera, podem ser encontradas em todo o mundo e são essenciais aos ecossistemas devido ao processo de polinização. A maioria das espécies são inofensivas e a interação com os humanos é bastante pacífica, embora as abelhas tenham a capacidade de injetar um veneno bastante complexo nas suas vítimas, como um mecanismo de defesa. Apesar deste lado mais pacífico, após a introdução acidental das abelhas africanizadas no Brasil, em 1956, os ataques aos humanos têm vindo a aumentar. Como ainda não existe um antídoto específico para este veneno, o tratamento das picadas foca-se no controlo das reações alérgicas provocadas pelo veneno.Os produtos naturais têm sido alvo de estudos intensivos na tentativa de descobrir novas terapias e fármacos. O veneno da abelha (BV), cuja composição já é conhecida há maisde 50 anos, ainda é alvo de vários estudos com o objetivo de tentar entender o seu verdadeiro potencial no tratamento de diversas doenças em humanos.Embora tenha havido um enorme avanço científico nos últimos anos, doenças como o cancro, a Artrite Reumatoide (RA) e as doenças neuro degenerativas continuam a ser uma prioridade devido à sua prevalência na atualidade. O veneno da abelha (BV), apitoxina, é descrito como anti-inflamatório e neuroprotetor, e o seu componente principal, a melitina, parece apresentar propriedades anticancerígenas. Assim, o estudo do veneno da abelha (BV) parece ser um caminho promissor como possível terapêutica ou como adjuvante em terapêuticas atuais, nas doenças atrás referidas.
Honey bees, Apis mellifera, can be found all around the world. They are essential to theecosystems and to life in general due to their pollination process. Most species are harmlessand interactions with humans are quite peaceful, although bees have the ability to inject acomplex poison into their victims as a defence mechanism. Despite this peaceful side, theaccidental introduction of Africanised bees in Brazil, 1956, increased the number of bee attackson humans. As there is still no specific antidote for this poison, the treatment of bee stingsfocuses on controlling allergic reactions caused by the poison.Natural products have been subject of intensive studies in an attempt to discover newtherapies and drugs. Bee venom (BV) whose composition has been known for more than 50years is still the main target of several studies with the aim of trying to understand its truepotential in the treatment of various diseases in humans.Although there has been a huge scientific advance in recent years, diseases like Cancer,Rheumatoid Arthritis (RA) and Neurodegenerative Diseases continue to be a priority due totheir present prevalence.Bee venom (BV), apitoxin, is described as anti-inflammatory and neuroprotective andits main component, melitin, appears to have anti-cancer properties. Thus the study of Beevenom (BV) seems to be a promising path as a possible therapy or as an adjuvant to currenttherapies in the diseases previously mentioned.In my personal opinion, nanotechnology seems a prmissing way to start new studies with bee venom.
Description: Relatório de Estágio do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas apresentado à Faculdade de Farmácia
URI: http://hdl.handle.net/10316/93093
Rights: openAccess
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