Title: Patologia autoimune: Aspectos da resposta imunoinflamatória
Authors: Proença, Anabela Mota Pinto 
Keywords: Patologia
Issue Date: 1995
Citation: PROENÇA, Anabela Mota Pinto - Patologia autoimune: Aspectos da resposta imunoinflamatória. Coimbra : [s.n.], 1995. 293 p.
Abstract: Na Introdução é feita uma revisão geral sobre a Autoimunidade, subordinada aos seguintes temas: Conceitos de Autoimunidade, Autoanticorpos e Células Auto-reactivas, Tolerância imunológica, Imunocompetência, Imuno-regulação, Patogenia Autoimune estudada. Como objectivos deste trabalho são destacados a análise da resposta imunitária celular na patologia autoimune, abrangendo a tipificação das principais subpopulações linfocitárias (CD3, CD4, CD8, CD19, CD8 Fraco, CD56, CD56CD8, CD3CD4-CD8-, CD57, CD57CD8, CD57-CD8, CD5, CD5CD19, CD5-CD19, CD25, CD25CD3, CD25-CD3, HLADR, HLADRCD3, HLADR-CD3, CD45RA, CD45RACD4, CD45RA-CD4, CD45RACD8, CD45RA-CD8, CD29, CD29CD4, CD29-CD4, CD29CD8, CD29-CD8, CD3Vß2, CD3Vß8 e CD3Vß19) e a sua relação com as patologias autoimunes estudadas. Esta análise, quando aplicada ao grupo portador de doenças autoimunes, pretendeu esclarecer se, à semelhança da já conhecida resposta por autoanticorpos na vertente humoral (frequentemente presente, qualquer que seja a doença), a resposta linfocitária apresentaria marcadores que, independentemente do tipo de patologia, indicassem um processo de reactividade autoimune celular. Como conclusão acentua-se a diversidade de resposta imuno-inflamatória encontrada nas diferentes doenças autoimunes (especialmente patente na reactividade celular), que se admite corresponder a diferentes mecanismos etiopatogénicos, o que implicaria uma nova sistematização destas doenças de acordo com o perfil da citada resposta imuno-inflamatória. Contudo, o sangue periférico pode não espelhar adequadamente as alterações dos tecidos afectados e as subpopulações linfocitárias são influenciadas por muitas condicionantes exteriores à doença, tais como as iatrogénicas, hormonais e do ambiente. Assim, as análises laboratoriais no sangue periférico podem implicar um desvio de resultados, só observável se acompanhadas de estudos nos órgãos, ou tecidos afectados. Finalmente, nunca se deverá esquecer que a avaliação laboratorial de um doente, ou de uma doença, é extremamente limitativa face ao dinamismo dos fenómenos de resposta biológica, como os que se encontram ao longo do tempo presentes na autoimunidade.
URI: http://hdl.handle.net/10316/921
Rights: embargoedAccess
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