Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/91213
Title: ARQUITETURA E MEMÓRIA, do convento ouve-se a vila: Centro de Arte Cinética em Mértola
Other Titles: ARCHITECTURE & MEMORY, from the convent you can hear the village: Kinetic Art Center
Authors: Saraiva, Pedro Matos Beja Ribeiro
Orientador: Santarém, João Paulo Mendes Seiça da Providência
Keywords: memória; pré-existência; monumentos; museu; São Francisco de Assis; memory; preexistance; monuments; museum; Saint Francis of Assisi
Issue Date: 25-Oct-2018
Serial title, monograph or event: ARQUITETURA E MEMÓRIA, do convento ouve-se a vila: Centro de Arte Cinética em Mértola
Place of publication or event: Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra
Abstract: A nossa memória valida-se na história e nas estórias das coisas. A partir de referências indeléveis e imagens conservadas, estes monumentos engolidos por um passado tão presente quanto o permitirmos, este tipo de património, muitas vezes análogo aos afetos e crenças de quem com ele se depara, do qual a compreensão varia à razão do conhecimento mas ao qual poucos conseguem esconder uma impressão involuntária, merece ser conservado, repensado e, acima de tudo, utilizado. O antigo convento de São Francisco em Mértola, residência dos Zwanikken desde 1980, está inserido num contexto muito particular, é parte de um fio cronológico que ameaça cristalizar-se sem uma intervenção atempada. Os esforços contínuos da família em repôr alguma dignidade ao cenóbio e à cerca que o compõe atingem um fim nos meios a que se propõem. Há uma necessidade real de um espaço reapropriado que abarque tanto as características e referências específicas da história e do habitat do baixo Alentejo como as raízes artísticas dos Zwanniken, em particular de Christiaan, filho mais velho e artista cinético com atelier em Amesterdão, e que as estenda além da Ribeira de Oeiras até à ancestral vizinha vila de Mértola, outrora um dos maiores entrepostos comerciais do Mediterrâneo, hoje contida num museu patrimonial.A nossa memória valida-se na história e nas estórias das coisas. A partir de referências indeléveis e imagens conservadas, estes monumentos engolidos por um passado tão presente quanto o permitirmos, este tipo de património, muitas vezes análogo aos afetos e crenças de quem com ele se depara, do qual a compreensão varia à razão do conhecimento mas ao qual poucos conseguem esconder uma impressão involuntária, merece ser conservado, repensado e, acima de tudo, utilizado. O antigo convento de São Francisco em Mértola, residência dos Zwanikken desde 1980, está inserido num contexto muito particular, é parte de um fio cronológico que ameaça cristalizar-se sem uma intervenção atempada. Os esforços contínuos da família em repôr alguma dignidade ao cenóbio e à cerca que o compõe atingem um fim nos meios a que se propõem. Há uma necessidade real de um espaço reapropriado que abarque tanto as características e referências específicas da história e do habitat do baixo Alentejo como as raízes artísticas dos Zwanniken, em particular de Christiaan, filho mais velho e artista cinético com atelier em Amesterdão, e que as estenda além da Ribeira de Oeiras até à ancestral vizinha vila de Mértola, outrora um dos maiores entrepostos comerciais do Mediterrâneo, hoje contida num museu patrimonial.
Our memory validates itself on the history and stories of all things. From indelible references and storaged images, this monuments swollen from a past as present as we allow it to be, this kind of patrimony, often connected to a persons’ affections and belifs, whose compreension changes depending on one’s knowledge but whose involuntary impression few can hide, deserves to be preserved, rethinked and, above all, used. The old Saint Francis Convent in Mértola, home of the Zwanikken family since 1980, is part of a very particular context, part of a chronological thread that threats to crystalize itself witout a prompt intervention. The family’s ongoing efforts to restore some of the original dignity to the convent and the surrounding fence has prooven to be a finite solution. There’s a real necessity of a reapropriated space that witholds the historical and habitat caracteristics and references as well as Zwanikken’s artistic roots, especially Christiaan’s, elder son and Amsterdamn’ officed kinetic artist, and to extend it behond the Ribeira de Oeiras to the ancient neighbour village Mértola, once one of the greatest trading post of the Mediterranic, today safely locked in a patrimonial museum.Our memory validates itself on the history and stories of all things. From indelible references and storaged images, this monuments swollen from a past as present as we allow it to be, this kind of patrimony, often connected to a persons’ affections and belifs, whose compreension changes depending on one’s knowledge but whose involuntary impression few can hide, deserves to be preserved, rethinked and, above all, used. The old Saint Francis Convent in Mértola, home of the Zwanikken family since 1980, is part of a very particular context, part of a chronological thread that threats to crystalize itself witout a prompt intervention. The family’s ongoing efforts to restore some of the original dignity to the convent and the surrounding fence has prooven to be a finite solution. There’s a real necessity of a reapropriated space that witholds the historical and habitat caracteristics and references as well as Zwanikken’s artistic roots, especially Christiaan’s, elder son and Amsterdamn’ officed kinetic artist, and to extend it behond the Ribeira de Oeiras to the ancient neighbour village Mértola, once one of the greatest trading post of the Mediterranic, today safely locked in a patrimonial museum.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitetura apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia
URI: http://hdl.handle.net/10316/91213
Rights: openAccess
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