Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/89960
Title: Evolution of Portuguese oncologists' practices regarding fertility preservation of female cancer patients
Other Titles: EVOLUÇÃO DA PRÁTICA CLÍNICA DOS ONCOLOGISTAS PORTUGUESES EM RELAÇÃO À PRESERVAÇÃO DA FERTILIDADE DAS DOENTES ONCOLÓGICAS
Authors: Cabral, Tiago Afonso de Pina
Orientador: Santos, Ana Teresa Moreira Almeida
Keywords: Oncofertilidade; oncologia; práticas dos oncologistas; ferramentas informativas; tomada de decisão.; oncofertility; oncology; oncologists' practices; information tools; decision-making
Issue Date: 20-Mar-2019
Serial title, monograph or event: Evolution of Portuguese oncologists' practices regarding fertility preservation of female cancer patients
Place of publication or event: Medicina da Reprodução
Abstract: Introdução: A maior incidência de cancro em idades jovens, associada ao aumento da sobrevivência, dá origem a um número crescente de doentes oncológicas em idade reprodutiva. A Infertilidade é reconhecida como um efeito a longo prazo do tratamento oncológico, pelo que os médicos devem estar preparados para informar as doentes desta possibilidade e discutir opções disponíveis para Preservação da Fertilidade (PF). A necessidade de reforçar o conhecimento e as competências de comunicação sobre este assunto já foi reconhecida por diversas entidades e, recentemente, foram desenvolvidas, em Portugal, ferramentas informativas e de apoio à tomada de decisão, tais como folhetos informativos, websites e cursos pós-graduados. O principal objetivo deste estudo é avaliar a evolução das práticas dos médicos portugueses que tratam patologia oncológica em relação à PF, comparando os resultados obtidos em 2018 com os de um estudo de 2013-2015.Métodos: Foi aplicado um questionário de auto-resposta a médicos de todas as especialidades que tratam doentes oncológicas. Estes foram recrutados pessoalmente em instituições clínicas portuguesas ou online através da divulgação do link do questionário via e-mail pela Sociedade Portuguesa de Oncologia, a todos os seus membros, e em grupos de médicos do Facebook.Resultados: Em comparação com o estudo anterior, um número maior de médicos refere que “frequentemente ou sempre” informa os seus doentes do sexo feminino sobre o risco de infertilidade relacionada com o cancro e sobre a possibilidade de PF; menos médicos dizem que o fazem “quase nunca” e nenhum dos médicos relatou “nunca” ter informado as suas doentes sobre o risco de infertilidade relacionada com o cancro e sobre PF. Um maior número de clínicos relatou referenciar um maior número de doentes a um médico de medicina reprodutiva. A maioria dos clínicos não reconhece a falta de leis de gestação de substituição como uma barreira às suas práticas de PF, tal como, discorda que deve ser implementada como um método para alcançar uma gravidez após PF. Conclusões: O presente estudo revelou uma melhoria nas práticas globais dos médicos em relação à saúde reprodutiva das doentes oncológicas, comparativamente ao estudo de 2013-2015. Assim, podemos hipotetizar que as estratégias implementadas foram importantes e eficazes, tendo contribuído para aumentar o conhecimento dos clínicos sobre a saúde reprodutiva das doentes oncológicas e para facilitar a comunicação médico-doente.
Background: The increase of cancer in younger ages, as well as the increase in survival rates, leads to a growing number of cancer patients of reproductive age. Infertility is known to be a long-term effect of cancer treatment, which means that doctors must be prepared to inform and discuss issues concerning Fertility Preservation(FP). It has been recognized that discussion and referrals concerning this matters in female cancer patients has been insufficient. Thus, in Portugal, measures such as information pamphlets, websites and post graduate courses were conceived with the aim of increasing clinicians' knowledge and communication skills about FP. It is the purpose of this study to evaluate the evolution of the practices of Portuguese clinicians that treat cancer patients in relation to FP, comparing the results obtained in 2018 with those of a study in 2013-2015.Methods: A questionnaire distributed to clinicians' who treat cancer patients were recruited face-to-face in Portuguese clinical institutions and online through a secure Internet-based survey (hosted by https://www.google.com/forms) whose web link was promoted by e-mail by the Portuguese Society of Oncology (SPO) to all of its members and advertised on Facebook groups of physicians.Results: In comparison to a previous study, a higher number of clinicians' report that they inform their female patients about the risk of cancer-related infertility and FP "very often" or "always"; a smaller number report that they "almost never" never do this; and none of them reported "never" having informed their female patients about the risk of cancer-related infertility and FP. A greater number of oncologists report having referred their female child-bearing aged cancer patients to a reproductive medicine doctor. The majority of clinicians do not consider that the lack of surrogacy laws constitutes a barrier to their FP practices. In fact, the majority, to a degree, disagree that surrogacy should be implemented as an alternative method for obtaining a pregnancy after FP.Conclusions: The present study revealed an improvement in the overall practices of physicians regarding the reproductive health of cancer patients, compared to the 2013-2015 study. Thus, we can hypothesize that the strategies implemented were important and effective, contributing to increase the knowledge of oncologists on the reproductive health of cancer patients and to facilitate physician-patient communication.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/89960
Rights: openAccess
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