Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/89952
Title: Effect of nonsurgical weight loss interventions in overweight or obese patients diagnosed with knee osteoarthritis: a systematic review and meta-analysis
Other Titles: Impacto de medidas não-cirúrgicas para redução de peso em doentes obesos ou com excesso de peso diagnosticados com gonartrose: uma revisão sistemática e meta-análise
Authors: Monteiro, Ana Raquel dos Santos
Orientador: Matias, Catarina Isabel dos Santos
Caetano, Inês Rosendo Carvalho e Silva
Keywords: Gonartrose; Obesidade; Sobrepeso; Perda de peso; Gonalgia; knee osteoarthristis; Obesity; Overweight; Weight loss; Pain
Issue Date: 22-Mar-2019
Serial title, monograph or event: Effect of nonsurgical weight loss interventions in overweight or obese patients diagnosed with knee osteoarthritis: a systematic review and meta-analysis
Place of publication or event: Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Abstract: Introdução: A gonartrose é uma das causas mais comuns de incapacidade após a quarta década de vida, com a prevalência aumentando com a idade. O sobrepeso e a obesidade são fatores-chave para o desenvolvimento e progressão da gonartrose, o que justifica fortemente a recomendação de perda de peso nesses casos. No entanto, apenas alguns dos doentes que apresentam concomitantemente excesso de peso e gonartrose têm apoio na implementação de medidas para perder peso. É, pois, necessário clarificar o impacto de estratégias não-cirúrgicas de perda de peso nestes doentes.Objetivo: Avaliar os efeitos de medidas não-cirúrgicas para perda de peso ao nível da dor, incapacidade funcional e qualidade de vida em doentes com sobrepeso ou obesos diagnosticados com gonartrose.Métodos: Foram pesquisados ensaios clínicos randomizados (ECR) publicados até 21 de Novembro de 2018 nas bases de dados Cochrane, Pubmed, EMBASE e PEDro comparando intervenções conservadoras para perda de peso com intervenções de controle ativo ou inativo (cuidado usual, somente exercício, nenhuma intervenção). Dois revisores extraíram os dados de forma independente. Diferenças médias padronizadas (DMP) de estudos individuais foram agrupadas através de meta-análise para expressar o tamanho do efeito (TE) do tratamento. Foi avaliado o risco de viés para cada estudo e a qualidade dos resultados foi classificada seguindo a abordagem Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE).Resultados: Foram identificados 11 ECR elegíveis para inclusão. Todos os ensaios incluídos apresentaram risco de viés pouco claro. A qualidade dos resultados foi de alta a muito baixa. Dados agrupados apoiaram o uso de medidas não-cirúrgicas para perda de peso para melhorar a incapacidade auto- referida (TE = 0,33, IC 95% 0,17 a 0,49; p < 0,001; evidência de alta qualidade), o desempenho no teste funcional de caminhada (TE = 0,16; IC 95% 0,01 a 0,31; p = 0,031; evidência de alta qualidade), a qualidade de vida física (TE = 0,33, IC 95% 0,18 a 0,48, p < 0,001, evidência de alta qualidade) e a gonalgia (TE = 0,52, 95% IC 0,25 a 0,80; p < 0,001; evidência de qualidade moderada). Não houve fortes evidências de que intervenções conservadoras para perder peso tenham efeito benéfico na qualidade de vida mental (p = 0,58; evidência de baixa qualidade) nem no teste de subir escadas (p = 0,19; evidência de qualidade muito baixa).Discussão/Conclusão: Evidência de alta qualidade sugere que as intervenções conservadoras para a perda de peso fornecem benefícios (embora modestos) quanto à incapacidade funcional (auto-referida e teste funcional da caminhada) e qualidade de vida física. Evidência de qualidade moderada suporta um efeito positivo notório na melhoria da gonalgia. São necessários mais ensaios clínicos bem estruturados que testem os efeitos de intervenções não-cirúrgicas de perda de peso, particularmente no teste funcional de subir escadas e na qualidade de vida mental, onde a evidência de melhoria não é clara.
Introduction: Knee osteoarthritis (OA) is found mostly in people over 45 years old and is one of the common causes of disability after the fourth decade of life, with prevalence increasing with age. Being overweight is a key ingredient for knee OA and obesity is an established risk factor for development and progression of knee OA. Therefore, clinical guidelines strongly recommend conservative weight loss as primary management of concomitant weight excess and knee osteoarthritis (OA). Despite those recommendations, only few overweight patients with knee OA have support for weight loss management and there is still a need to understand the most recent evidence of the impact of nonsurgical weight loss strategies in obese or overweight patients with knee OA.Objective: To assess the effects of nonsurgical weight loss interventions on pain, physical function and quality of life in overweight or obese patients diagnosed with knee OA.Methods: Cochrane Library, Pubmed, EMBASE and PEDro were searched for randomized controlled trials (RCTs) published prior to November 21, 2018. RCTs comparing nonsurgical (conservative) weight loss interventions with an active or inactive control intervention (usual care, only exercise, no intervention) were selected. Two review authors independently extracted data. Standardized mean differences (SMDs) of individual studies were pooled using both random and fixed-effects meta-analysis (depending on the existence or not of heterogeneity, respectively) to express treatment effect sizes (ES) from the end of the treatment. The Cochrane tool was used to assess risk of bias for each study and the quality of evidence across studies was evaluated following the Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE) approach.Results: We identified eleven RCTs eligible for inclusion. All included trials had unclear risk of bias as no strategies were reported to address the issue of incomplete blinding. The quality of evidence for outcomes, using GRADE approach, ranged from high to very low. Pooled data supported the use of nonsurgical weight loss intervention compared with control for improving knee pain (Effect Size (ES) = 0.52, 95% Confidence Intervals (CI) 0.25 to 0.80; p < 0.001; moderate quality evidence), self-reported disability (ES = 0.33, 95% CI 0.17 to 0.49; p < 0.001; high quality evidence), 6MWT (ES = 0.16; 95% CI 0.01 to 0.31; p = 0.031; high quality evidence) and physical quality of life (ES = 0.33, 95% CI 0.18 to 0.48; p < 0.001; high quality evidence). There was no strong evidence that the intervention has an effect in timed stair climb test performance (ES = 0.27, 95% CI -0.13 to 0.67; p = 0.19; very low quality evidence) neither in mental quality of life (ES = 0.05, 95% CI -0.12 to 0.21; p = 0.58; low quality evidence).Discussion/Conclusion: High-quality evidence suggests that nonsurgical weight loss interventions provide benefit, even though small, in terms of self-reported disability, performance on 6MWT and physical quality of life. Also, moderate quality evidence supports a moderate positive effect of weight reduction interventions in the improvement of knee pain. Further powered well-designed clinical trials testing the effects of nonsurgical weight loss interventions are required, particularly on timed stair climb test and mental quality of life, where evidence of improvement is unclear.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/89952
Rights: closedAccess
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