Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/89907
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dc.contributor.advisorGonçalves, Maria Conceição Bento-
dc.contributor.advisorSantana, Maria Isabel Jacinto-
dc.contributor.authorSaraiva, Ana Margarida Rajão-
dc.date.accessioned2020-06-29T22:07:06Z-
dc.date.available2020-06-29T22:07:06Z-
dc.date.issued2019-03-06-
dc.date.submitted2020-06-29-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/89907-
dc.descriptionTrabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina-
dc.description.abstractObjetivos: Identificar os défices e insuficiências de vitamina D em 92 doentes epilépticos e identificar os fatores demográficos, antropométricos, as características inerentes à epilepsia, as comorbilidades e os hábitos de vida que se correlacionam com o défice de vitamina D. Determinar se a suplementação com colecalciferol na dose padrão recomendada permite a correção do défice e insuficiência de vitamina D dos doentes considerados.Métodos: Os dados dos doentes foram obtidos através de questionários realizados e dos processos clínicos dos doentes e os níveis séricos de 25-hidroxivitamina D (25 (OH) D) foram medidos laboratorialmente. A suplementação oral com colecalciferol (vitamina D3) na dose de 6670 UI / dia durante 8 semanas foi recomendada a todos os doentes com défice (25 (OH) D ≤ 20 ng / mL) ou insuficiência (25 (OH) D de 21-29 ng / mL) de vitamina D. Após esse período, os níveis de 25 (OH) D foram novamente avaliados. Posteriormente foi realizado um estudo estatístico descritivo e inferencial. Resultados: Dos 92 participantes, 71 (77,2%) tinham epilepsia focal e 42 (45,7%) não estavam controlados, tendo entre 1 a 45 crises nos 3 meses anteriores ao estudo; 36 (39,1%) tomavam 3 ou mais fármacos antiepilépticos (AEDs); 9 (9,8%) utilizavam apenas AEDs indutores enzimáticos do citocromo P450 (EIAEDs); 44 (47,8%) tomavam apenas AEDs não indutores enzimáticos (NEIAEDs) e 39 (42,4%) usavam EIAEDs e NEIAEDs; 55 (59,8%) tinham sobrepeso e 57 (62,0%) revelaram manter pelo menos uma hora de exposição solar por semana. Os doseamentos de 25 (OH) D revelaram que 73 (79,3%) pacientes tinham níveis anormais: 52 (56,5%) tinham défice de vitamina D e 21 (22,8%) tinham níveis insuficientes. Os fatores de risco que revelaram ser estatisticamente significativos para a deficiência de vitamina D foram: o número de AEDs, o tratamento com EIAEDs, uma baixa exposição solar, um elevado índice de massa corporal (IMC) e a alta frequência de crises epilépticas. Estas associações foram obtidas a partir da construção de um modelo linear generalizado para a previsão dos níveis séricos de 25 (OH) D. Após suplementação oral com 6670 UI / dia de colecalciferol durante 8 semanas, o nível médio de 25 (OH) D aumentou em média 98,99% e apenas um doente manteve níveis insuficientes após a suplementação.Conclusões: O défice de vitamina D é altamente prevalente entre os doentes epilépticos, o que revela que a monitorização do nível de vitamina D deve fazer parte do acompanhamento de rotina destes doentes. O défice de vitamina D nesta população está associada a características relacionadas com a epilepsia como a frequência de crises epiléticos e o perfil de AEDs, mas também com parâmetros antropométricos e hábitos de vida, propensos a estratégias preventivas. A dose padrão de suplementação de colecalciferol (menor que a recomendada pelas Guidelines da Sociedade de Endocrinologia para doentes epilépticos) foi eficaz na correção dos níveis de 25 (OH) D dos doentes estudados.por
dc.description.abstractPurpose: To screen for vitamin D deficiency and insufficiency among 92 epileptic patients and identify demographic, anthropometric factors, epilepsy related features, comorbidities and lifestyle habits that correlate with vitamin D deficiency. To determine whether supplementation with cholecalciferol in the recommended standard dose leads to the correction of the vitamin D deficiency and insufficiency of the screened patients.Methods: Patients data were collected from questionnaires and clinical files and 25-hydroxyvitamin D (25(OH)D) serum levels were measured. All patients with vitamin D deficiency (25(OH)D ≤20 ng/mL) or insufficiency (25(OH)D from 21-29 ng/mL) were offered cholecalciferol (vitamin D3) oral supplementation with 6670 UI/day for 8 weeks and after that period 25(OH)D was remeasured. Descriptive and inferential statistics were employed. Results: From the 92 participants, 71 (77.2%) had focal epilepsy and 42 (45.7%) were uncontrolled having from 1 - 45 seizures during the 3 months before the study; 36 (39.1%) were on 3 or more antiepileptic drugs (AEDs); 9 (9.8%) only used cytochrome P450 inducing AEDs (EIAEDs); 44 (47.8%) only used non-enzyme inducing AEDs (NEIAEDs) and 39 (42.4%) used both EIAEDs and NEIAEDs; 55 (59.8%) were overweight and 57 (62.0%) had at least one hour of sun exposure per week. Measurements of 25(OH)D revealed that 73 (79.3%) patients had abnormal levels: 52 (56.5%) were vitamin D deficient and 21 (22.8%) were insufficient. The statistically significant risk factors for vitamin D deficiency identified were: number of AEDs, treatment with EIAEDs, low sun exposure, high body mass index (BMI) and high epileptic seizures frequency. This was concluded from building a generalized linear model for the prediction of 25(OH)D serum levels. After oral supplementation with 6670 UI/day of cholecalciferol for 8 weeks, 25(OH)D average level increased by 98.99% and only one patient maintained insufficient levels after supplementation. Conclusions: Vitamin D deficiency is highly prevalent among epileptic patients, confirming that vitamin D level monitoring should be part of the routine management of these patients. Vitamin D deficiency in this population is associated with epilepsy related features like seizures frequency and medication profile but also to anthropometric parameters and lifestyle habits, prone to preventive strategies. The standard cholecalciferol supplementation dose (lower than the one recommended by the Endocrine Society Guidelines for epileptic patients) successfully led to the correction of 25(OH)D levels of the studied patients.eng
dc.language.isoeng-
dc.rightsembargoedAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectvitamina Dpor
dc.subjectepilepsiapor
dc.subjectfatores de riscopor
dc.subjectsuplementaçãopor
dc.subjectanticonvulsivantespor
dc.subjectvitamin Deng
dc.subjectepilepsyeng
dc.subjectrisk factorseng
dc.subjectsupplementationeng
dc.subjectanticonvulsantseng
dc.titleImpact of vitamin D in patients with epilepsyeng
dc.title.alternativeImpacto da vitamina D nos doentes com epilepsiapor
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationFaculdade de Medicina da Universidade de Coimbra-
degois.publication.titleImpact of vitamin D in patients with epilepsyeng
dc.date.embargoEndDate2025-03-04-
dc.peerreviewedyes-
dc.date.embargo2025-03-04*
dc.identifier.tid202477193-
thesis.degree.disciplineMedicina-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Medicina-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorSaraiva, Ana Margarida Rajão::0000-0002-2496-6817-
uc.degree.classification19-
uc.date.periodoEmbargo2190-
uc.degree.presidentejuriBatista, Sónia Raquel Marques-
uc.degree.elementojuriDuarte, Cátia Cristina Marques-
uc.degree.elementojuriGonçalves, Maria Conceição Bento-
uc.contributor.advisorGonçalves, Maria Conceição Bento-
uc.contributor.advisorSantana, Maria Isabel Jacinto-
item.languageiso639-1en-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextembargo_20250304-
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