Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/89778
Title: Physical activity or antidepressants as first choice for the treatment of depression: a systematic review
Other Titles: Actividade física ou antidepressivos como 1ª linha no tratament da depressão: revisão sistemática
Authors: Fernandes, Filipe Manuel Eva Migueis
Orientador: Caetano, Inês Rosendo Carvalho e Silva
Santiago, Luiz Miguel de Mendonça Soares
Keywords: qualidade de vida; antidepressivos; depressão; actividade física; exercício; quality of life; antidepressants; depression; physical activity; exercise
Issue Date: 30-May-2019
Serial title, monograph or event: Physical activity or antidepressants as first choice for the treatment of depression: a systematic review
Place of publication or event: Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Abstract: Background: Depression is one of the biggest causes of morbidity worldwide. The treatment is complex and healthcare practitioners should be aware of the availability of other strategies that could be used as primary treatment and can have an effective outcome without the side effects that antidepressants can cause. Bearing this in mind, physical activity can have a very important role in treating depression, both as adjuvant or first line, being a valid alternative to antidepressants.Objective: To systematically review and assess the impact of physical activity on quality of life and depression symptoms of people with a depression diagnosis, and to compare such effects with the results achieved by treatment with antidepressants.Methods: This systematic review was conducted in accordance with the Preferred Reporting Items for Systematic Review and Meta-analyses (PRISMA) guidelines for systematic reviews and meta-analysis. Comprehensive systematic online searches were conducted on PubMed and EMBASE databases. Inclusion criteria: (1) population- adults with clinical depression of any type; (2) intervention- physical activity (motivational or psychological strategies can be included); (3) control- antidepressants (or pharmacological treatment as usual); (4) outcomes- quality of life and depression symptoms. Results: From 121 studies screened, only 4 were included. In the end the four articles found that there was no significantly statistical difference in reducing depressive symptoms or improving quality of life when using exercise vs drugs as first line. Different strategies were used to assess the impact of physical activity as a first-line treatment of depression and clinical diversity and disparity of methodology made impossible to perform a quantitative analysis of all data.Conclusion: Regarding the use of physical activity as a first-line treatment, existing evidence doesn’t show any significant statistical difference to the control group (antidepressants). Like any other study, our presented a few limitations: two out of four studies had “unclear risk” concerning the overall score, one was labelled as “high risk”, and one as “low risk” (as described in Methods). Matters such as sample size and heterogeneity, as well as feasibility of the intervention raise major concern because we are not certain that results obtained can be applied to the entire population. Further studies should try to find the best way to obtain positive outcomes from a wider a more diverse sample. Also it would be interesting to know if there is a specific type of physical activity that could get better results in reducing symptoms of depression and improving quality of life.Keywords: Quality of life; antidepressants; depression; physical activity; exercise.
Background: A depressão é uma das maiores causas de morbilidade no mundo. O tratamento é complexo e profissionais de saúde devem estar conscientes e informados sobre outras estratégias que possam ser usadas como tratamento de primeira linha. Tendo isto em conta, a atividade física pode ter um papel importante no tratamento da depressão, tanto como adjuvante ou até mesmo como primeira linha, sendo que se trata de uma alternativa válida aos antidepressivos. Objetivo: Fazer uma revisão sistemática e avaliar o impacto da atividade física na qualidade de vida e nos sintomas de doentes com diagnóstico clínico de depressão. Assim como comparar os efeitos com os resultados da terapêutica com antidepressivos.Método: Esta revisão sistemática foi conduzida de acordo com a PRISMA checklist para revisões sistemáticas e meta-análises. Foi feita uma pesquisa recorrendo às bases de dados do PubMed e EMBASE. Critérios de inclusão: (1) população- adultos com depressão clínica de qualquer tipo; (2) intervenção- atividade física (estratégias motivacionais ou psicológicas podem ser incluídas); (3) controlo- antidepressivos (ou tratamento farmacológico habitual); (4) resultados- qualidade de vida e sintomas de depressão. Resultados: De 121 estudos, só 4 foram incluídos. Em última análise, os quatro artigos constataram que não havia diferença estatística em usar exercício ou medicação como primeira linha para reduzir os sintomas de depressão e melhorar a qualidade de vida. Foram utilizadas estratégias diferentes para avaliar o impacto da atividade física como primeira linha no tratamento da depressão. A diversidade clínica e disparidade da metodologia impossibilitaram a realização de uma análise quantitativa de todos os dados. Conclusão: Relativamente ao uso de atividade física como tratamento de primeira linha, a evidência existente não demonstra nenhuma diferença estatística significativa em comparação com o grupo de controlo (antidepressivos). Como qualquer outro estudo, este apresenta algumas limitações: o tamanho da amostra e a heterogeneidade, assim como viabilidade da intervenção levantaram questões significativas, já que não há certezas de que os resultados obtidos possam ser aplicados a toda a população.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/89778
Rights: embargoedAccess
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