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dc.contributor.advisorRosa, Manuel Amaro de Matos Santosen_US
dc.contributor.advisorCanha , Norberto Jaime Rêgoen_US
dc.contributor.authorCasanova, José Manuel Pinto da Silvaen_US
dc.date.accessioned2008-12-04T14:38:51Z-
dc.date.available2008-12-04T14:38:51Z-
dc.date.issued2000en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/845-
dc.description.abstractDisciplina afim : Ortopedia Reconhecendo a sua experiência em oncologia ortopédica, o autor estuda o comportamento biológico do osteossarcoma e formula a hipótese de existência de uma relação entre este e o sistema imunitário, influenciando a sobrevivência dos doentes. Começa por apresentar o estado da arte no que diz respeito ao crescimento local do osteossarcoma, evolução clínica, protocolos de tratamento, possibilidades de tratamento cirúrgico e evolução da doença, concluindo com uma síntese actualizada da investigação. Segue-se uma explicação sobre o sistema imunitário e os seus componentes, bem como as actividades no que diz respeito á resposta imunoinflamatória e anti-tumoral. O autor define os objectivos da sua investigação, como sendo os seguintes: 1) estudo dos linfócitos infiltrantes tumorais e sua fenotipização (CD3, CD4, CD8, CD20 e TIA-1); 2) estudo de marcadores da apoptose (CD95 Fas, FasL, Bcl-2 e p53); 3) estudo dos marcadores da capacidade metastática (CD44 e CD44v6); 4) estudo da multi-resistência á quimioterapia (P-glicoproteína). O presente estudo envolve 93 doentes seleccionados na Universidade da Florida, Instituto Ortopédico Rizolli, Rede Sarah e Hospitais da Universidade de Coimbra. Foram realizadas 1236 lâminas coradas por imunohistoquímica. Estas lâminas foram depois avaliadas por histomorfometria e interpretação histológica através de escalas apropriadas. Todos os resultados obtidos foram sujeitos a análise estatística. Os resultados mais significativos foram discutidos e as principais conclusões foram então estabelecidas: - Os osteossarcomas beneficiam de imunotolerância e de inércia de apresentação antigénica; - A presença de linfócitos citotóxicos T CD8 nos doentes tratados com quimioterapia neoadjuvante está associada a uma maior sobrevida; já o número de linfócitos T presentes, aumenta a sobrevida dos doentes tratados com quimioterapia adjuvante; - A presença de CD4 e CD95 Fas está associada a uma maior sobrevivência, contrariamente ao que acontece com a expressão de CD44v6 e de P-glicoproteína, quando presentes. As conclusões apresentadas, baseadas nos resultados do presente estudo, sugerem uma perspectiva de novos tratamentos destes doentes.en_US
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccesseng
dc.subjectCirurgia (Ortopedia)en_US
dc.titleAvaliação imunobiológica em osteossarcomas. Coimbra: [ed. aut.], 2000, 338 p.en_US
dc.typedoctoralThesisen_US
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
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