Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/82414
Title: Validation of a self-assessment scale of PATIENT-CENTERED MEDICINE
Other Titles: Validação de escala de auto-percepção médica da realização de MEDICINA CENTRADA NA PESSOA
Authors: Papachristopoulou, Eleni de Faria 
Orientador: Caetano, Inês Rosendo Carvalho e Silva
Santiago, Luiz Miguel de Mendonça Soares
Keywords: Medicina Centrada na Pessoa; Medicina Geral e Familiar; Relação Médico-Doente; Patient-Centered Medicine; General Practice and Family Medicine; Patient-Physician Relationship
Issue Date: 25-May-2018
Serial title, monograph or event: Validation of a self-assessment scale of PATIENT-CENTERED MEDICINE
Place of publication or event: Coimbra, Portugal
Abstract: Background: There has been increasing evidence that Patient-Centered Medicine is a valuable concept that should be implemented in our daily practice, as it has a proven to have a positive impact on the patient’s health outcome. Considering the lack of investigation within this topic in Portugal, it seemed appropriate to understand how the main pawns of this concept where actually embracing it and to which extend they understand their usage of it. Objectives: Validate a self-assessment scale for health professionals on Patient-Centered Medicine Materials and Methods: Materials and Methods: We conducted an observational study using a questionnaire based on the 4 components suggested by Moira Stewart et al on Patient-Centered Medicine. We also included questions regarding gender, year of residency and asked about whether they had training regarding Patient-Centered Medicine. Subsequently, we searched for possible differences in the results between groups in terms of self-perception of their medical practice.Results: A sample of n=94 interns was studied, 73 of which were women (78%), 66 of the sample (29,8%) working in Family Health Units (USF). No differences were found between gender, year of residency and early training for each Patient-Centered Medicine component. Out of this sample, 24 (25,5%) had attended some kind of specific training on Patient-Centered Medicine or on consultation on Patient-Centered Medicine, and 72 (76,6%) believed to practice Patient-Centered Medicine daily. The Cronbach’s alfa was of 0,749 and the worst result when exploring the Best/Median ratio was for “Understanding the whole person” (044), followed by “Exploring health, disease and the illness experience” (0,52). Significantly, those who believe to practice PCM better understand the person as a whole (p=0,020)Discussion and Conclusion: Although Patient-Centered Medicine should not be considered a rigid method with standardized procedures and established medical interviews, one must think about the method as an example of shared responsibilities towards better health. This scale is an attempt to quantify the quality of the care professionals believe they are delivering to their patients by studying specific domains of the Patient-Centered Medicine. The greatest interest of this study being the link between self-assessment and the actual behavior of these physicians, causes these results to still be unclear for their purpose. Most of the internees of this sample had not yet been introduced to the concept and methodology of Patient-Centered Medicine, but seemed to believe they were properly implementing it, thus enforcing the need to adequately address the issue.
Introdução e objetivos: A Medicina Centrada na Pessoa, ao ser implementada como atividade diária, tem demonstrado ter um impacto positivo na saúde dos médicos e na dos que os consultam. Com quatro componentes: “Explorando a saúde, a doença e as perceções de doença”, “Percebendo a pessoa como um todo”, “Encontrando terreno comum” e “Melhorando a relação médico-pessoa”. Dada a falta de investigação em Portugal sobre este tema, considerou-se apropriado saber como este conceito é desempenhado nos seus vários capítulos pelos médicos no Internato de Especialidade de Medicina Geral e Familiar na Região Centro de Portugal, segundo a frequência de formação quer em Medicina Centrada na Pessoa e Consulta Centrada na Pessoa assim como a noção de desempenhar este tipo de consulta.Material e métodos: Estudo observacional pela aplicação informática on-line, após envio a todos os internos da região centro por e-mail de um questionário validado, baseado nos quatro componentes sugeridos por Moira Stewart et al em “Patient-Centered Medicine- Transforming the Clinical Method”. Incluíram-se ainda perguntas sobre o género, ano de entrada no internato de especialidade, e frequência de formação quer em Medicina Centrada na Pessoa quer em Consulta Centrada na Pessoa. Foi realizada estatística descritiva e inferencial.Resultados: Estudou-se uma amostra de n=94 internos, 73 (78%) do sexo feminino, 66 (29,8%) trabalhando em Unidade de Saúde Familiar (USF). Não foram encontradas diferenças entre género e ano de Internato para cada componente do método. Para n=24 (25,5%) houve frequência de formação específica em Medicina Centrada na Pessoa e para n=72 (76,6%) existe a crença de praticar Medicina Centrada na Pessoa. O teste alfa de Cronbach teve um valor de 0,749 sendo o pior valor de componente (valor médio/total pontual possível) para “Entendendo a pessoa como um todo” (044), seguido de “Explorando a saúde, a doença e a experiência de doença” (0,52). Significativamente quem julga praticar Medicina Centrada na Pessoa percebe melhor a pessoa como um todo (p=0,020).Discussão e Conclusões: A Medicina Centrada na Pessoa não deve ser considerada como um método rígido para a realização de consulta devendo este questionário ser entendido como uma ferramenta de quantificação para autoaprendizagem nos seus vários capítulos. Este estudo teve uma amostra limitada e com possível viés de performance. Ainda assim, dados os resultados, sugere-se a realização de formação específica sobre o tema e que seja explorada melhor a dificuldade em entender a pessoa como um todo, verificada nesta amostra.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/82414
Rights: openAccess
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