Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/82380
Title: Patient Advocacy na Medicina Centrada no Doente
Other Titles: Patient Advocacy - Patient Centered Care
Authors: Oliveira, Joana Filipa Pinto São Martinho 
Orientador: Verissimo, Manuel Teixeira Marques
Keywords: Patient Advocacy; Medicina Centrada no Doente; Relação médico – doente; Intervenção ativa do doente; Autonomia, Adesão e Satisfação do Doente; Patient Advocacy; Patient Centred Care; Doctor-Patient Relationship; Patient Empowerment; Patient Autonomy, Adhesion and Satisfaction
Issue Date: 17-Mar-2017
Serial title, monograph or event: Patient Advocacy na Medicina Centrada no Doente
Place of publication or event: Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Abstract: Introdução: A Medicina Centrada no Doente (MCD) ou Cuidados Centrados no Doente (CCD) é um modelo amplamente utilizado no sistema de saúde moderno. Contudo, ainda existem lacunas e dificuldades no uso e na definição desta abordagem na prática médica. O termo “Patient Advocacy” surgiu na prática clínica com o objetivo de melhorar a qualidade e o acesso aos cuidados de saúde, particularmente no que diz respeito aos cuidados centrados no doente; a intervenção do doente nas decisões relativas à sua saúde e a sua proteção em relação ao erro médico, utilizando ao longo do processo a perspetiva do doente.Objetivo: Realçar e entender a importância do cuidado centrado no doente como fator fundamental para uma relação médico – doente otimizada, bem como identificar em que é que a utilização do “Patient Advocacy” pode ou não ser profícuo no decorrer dessa otimização.Metodologia: Foi efetuada uma seleção de artigos através plataforma de pesquisa Pubmed sobre a literatura recente acerca do cuidado centrado no doente, da relação médico – doente, do termo “patient advocacy”, da adesão, da intervenção ativa do doente e da tomada de decisão partilhada para a elaboração deste artigo de revisão. Focados os modelos e atitudes adjacentes aos cuidados centrados no doente e os mecanismos existentes de patient advocacy, o artigo propõem apurar se tal abordagem conduz a um maior potencial de eficácia na relação entre o clínico e o doente.Discussão e Conclusões: A Medicina requer uma visão global e dinâmica do doente, atendendo à sua personalidade, expectativas demonstradas, crenças em que acredita sem esquecer as vicissitudes do tratamento. Os doentes chegam cada vez mais às consultas armados com informação obtida dos media, publicidade e internet. Partilhar com os doentes, a arma que ajude a fazer sentido o ataque de informação, é um desafio para os clínicos. Sendo assim, uma forma de reduzir erros e aumentar a eficiência e qualidade de cuidados é encaminhar os doentes para fontes de informação fidedignas e creditadas. Os grupos de patient advocacy estão unicamente posicionados para providenciar serviços quer para os doentes quer para os membros de família e para os clínicos inclusive para outros profissionais de cuidados de saúde. Advocacy é alegadamente uma forma de salvaguardar um bom cuidado ao doente. Verifica-se que, apesar de existirem algumas oposições quanto à utilidade de “patient advocacy” em alguns países onde este já vigora, ele é visto como um processo ou estratégia que consiste numa série de ações específicas para preservar, representar e/ou salvaguardar os direitos dos doentes, os melhores interesses e valores no serviço de cuidados de saúde. Todavia, não existindo estudos sobre esta temática em Portugal, torna-se imprescindível que estes sejam iniciados, de modo a conhecer-se de que forma o uso do patient advocacy seria proveitoso ou não prática hospitalar. O artigo visa também alertar para a importância do papel do doente como um interveniente ativo na consulta sendo necessário que os direitos e interesses dos mesmos sejam preservados, representados e/ou salvaguardados na identificação, monitorização e planeamento de estratégias médicas.
Background: Patient Centred Care (PCC) is a widely used attitude on the modern healthcare system. In spite of, there are many deficiencies not only in its use but as well in its definition for the medical practice.The term “Patient Advocacy” emerged from medical practice with the intention of improving quality and access to healthcare, specially regarding patient centred care; patient intervention in the decisions regarding its health and protection from medical error, by considering patient’s perspective.Objective: Enhance and acknowledge PCC significance as a fundamental key to a well-established and optimized patient-doctor partnership, as well as highlight when a PCC approach may or may not be advantageous to achieve aforesaid optimized partnership.Methodology: A selection of articles was made, via the search platform Pubmed, between the recent available literature on Patient Centred Care, Patient-Doctor Partnership, the term “Patient Advocacy”, patient’s support and intervention and shared decision making for the elaboration of this review article.With the mentioned models and its subsequent attitudes to PCC and the existing patient advocacy mechanisms highlighted, this paper proposes to determine if said approach leads to greater potential for effectiveness in the relationship between clinician and patient.Discussion and Final Inferences: Medicine requires a global and dynamic vision of the patient, regarding its personality, the demonstrated expectations, its beliefs without disregard to the vicissitudes of the treatment. Patients come to the consultations armed with more and more information, seldom incorrect, obtained from the media, advertisements and internet. Sharing with the patients, the defense weapon that helps keeping the sense to this attack of information, is a challenge to clinics. Furthermore, a manner of reducing errors and increase efficiency and quality in care is to provide the patients with reliable and certified information sources. Patient Advocacy groups are uniquely positioned to provide services, not only to the patients and family members but to clinics and other healthcare providers. Advocacy is, allegedly, a form of safeguarding good patient care.Albeit there are contrary opinions on the usefulness of Patient Advocacy in some countries where it is already being put into effect, the term is seen as a process or strategy consisting of a series of specific actions to preserve and/or safeguard patients’ rights, their best interests and values in the health care service. Although, given that there are no studies on this subject in Portugal, it is imperative that these are initiated, so that it is perceived how the use of Patient Advocacy is beneficial or not to hospital practice. This article also aims to alert to the significance of the patient as an active intervenient on the consultation while their rights and interests are preserved, represented and/or safeguarded during the identification, monitoring and planning of medical strategies.
Description: Trabalho de Projeto do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/82380
Rights: embargoedAccess
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado

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