Title: Arquitetura e Memória. Basílica Paleocristã e Rossio do Carmo, Mértola.
Other Titles: Architecture and Memory. Paleocristan Basilica and Rossio do Carmo, Mértola.
Authors: Pereira, Vítor Daniel Costa 
Orientador: Santarém, João Paulo Mendes Seiça da Providência
Keywords: Mértola;Basílica;Rossio;Arqueologia;Ruína;Mértola;Basílica;Rossio;Archeology;Ruin
Issue Date: 27-Mar-2018
Abstract: Em 1877, o arqueólogo Estácio da Veiga dá conta da existência de um elemento arqueológico que remontava ao séc. V. na época Paleocristã. Tratava-se de um fragmento de uma pedra com uma inscrição, fornecida por um habitante contemporâneo da Vila de Mértola, um epitáfio, que mais tarde se veio a provar, pertencia a um túmulo de uma antiga personalidade de Mértola. Após diversas conversações com a população local, Estácio da Veiga descobre uma das mais belas ruínas de basílica funerária da época Paleocristã encontradas na Península Ibérica. O local onde este templo se instalou foi sofrendo várias alterações tipológicas e foi ganhando diversos interesses sociais mas sem nunca perder a importância e visibilidade para a comunidade. Devido à sua importante posição topográfica e às relações que cria com toda a vila, este sempre foi um local respeitável. Essa importância é reconhecida pela implantação da Basílica referida, pela posterior construção da igreja do Carmo e pela formação do Rossio no séc. XVIII, até ao levantamento da actual escola primária. Neste último século, através das políticas impostas, o Rossio foi sendo descaracterizado e perdendo valor social, mesmo depois do Campo Arqueológico de Mértola ter continuado o trabalho que Estácio da Veiga iniciou. Este projecto tem como objectivo devolver o valor deste lugar e dignificar a presença patrimonial que o achado arqueológico presente merece. Além disso pretende-se dar uma nova definição do lugar e um novo tratamento à Basílica, de forma que estes dois se liguem, ganhem presença e comuniquem com toda a comunidade de Mértola.
In 1877, the archaeologist Estácio da Veiga reports the existence of an archaeological element that dates back to the 5th century. V, in the Paleochristan epoch. It was a fragment of a stone with an inscription, provided by a contemporary inhabitant of the Village of Mértola, an epitaph, which later came to be proved, belonged to a tomb of an ancient personality of Mértola After several conversations with the local population, Estácio da Veiga discovers the ruins of the most beautiful funerary Paleochristan Basilicas ever found in the Iberian Peninsula. This place, where this temple was installed it underwent several typological changes and was gaining diverse social interests but without ever losing the importance and visibility for the community. Due to its important topographic position and the relationships it creates with the whole village, this has always been a respectable place. This importance is recognized by the implementation of the mentioned Basilica, by the subsequent construction of the Carmo’s church and the Rossio formation in the 18th century. Until the current primary school is lifted. In this last century, through the imposed policies, the Rossio was being decharacterized and losing social value, even after the Mértola Archaeological Field continued the work that Estácio da Veiga started. This project aims to return the value of this place and dignify the patrimonial presence that the present archaeological find deserves. It is also intended to give a new definition of the place and a new treatment to the Basilica, so that these two are linked, gain presence and communicate with the whole community of Mértola
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitetura apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia
URI: http://hdl.handle.net/10316/81674
Rights: openAccess
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