Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/534
Title: Libertação e metabolização do mediador adrenérgico em vasos sanguíneos humanos.
Authors: Pereira, Isabel Vitória Neves de Figueiredo 
Orientador: Caramona, Maria Margarida Duarte Ramos
Keywords: Farmacologia
Issue Date: 1999
Citation: Libertação e metabolização do mediador adrenérgico em vasos sanguíneos humanos. 1 vol., Coimbra, Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, 1998, 193 p.
Abstract: Há numerosos dados científicos que mostram que os receptores adrenérgicos pré-juncionais alfa (autoreceptores) são do sub-tipo a2A/D. Nos roedores de pequeno porte (Ratinho, Rato, Cobaia) os autoreceptores são a2D, enquanto que nos mamíferos de maior porte (Coelho, Cão, Porco, Macaco, Homem) são a2A. Embora a modulação da libertação da noradrenalina desempenhe um papel importante no sistema cardiovascular, pouco é conhecido sobre o sub-tipo de receptor envolvido nessa modulação, a nível dos vasos, em particular nos vasos sanguíneos humanos. Assim, um dos objectivos do presente trabalho consistiu na caracterização dos receptores adrenérgicos alfa2, em vasos arteriais humanos, recorrendo a estudos de libertação da noradrenalina-3H por estimulação eléctrica. Este estudo permitiu-nos concluir que na artéria ileocólica e na artéria gástrica humanas o sub-tipo de receptor envolvido na modulação negativa da libertação de noradrenalina é a2A. Para além da caracterização destes receptores estudámos, também, as enzimas envolvidas na metabolização da noradrenalina. Os ensaios foram realizados quer em homogeneizados de estruturas vasculares, quer em fragmentos de vaso, e tinham como objectivo identificar cada uma das enzimas envolvidas no metabolismo da noradrenalina, bem como a análise da contribuição de cada uma delas no processo de metabolização. De acordo com resultados obtidos, a desaminação oxidativa da noradrenalina parece estar essencialmente a cargo da monoaminoxidase tipo B (MAO-B), embora a aminoxidase sensível à semicarbazida (SSAO) possa dar o seu contributo. Não registámos qualquer actividade desaminativa da monoaminoxidase tipo A (MAO-A), na artéria cística, e os valores obtidos em algumas das experiências quer na artéria ileocólica, quer na artéria gástricas eram muitos dispersos. A fraca participação desta enzima na metabolização destas artérias poderá estar associada à fraca inervação destas estruturas vasculares. Em conclusão, podemos salientar três diferenças significativas entre o metabolismo da noradrenalina observado nas artérias humanas estudadas, do metabolismo observado noutras espécies : (1) o facto da desaminação ser predominante em relação com o O-metilação ; (2) o facto de se verificar uma elevada formação de ácido 3,4-dihidroximandélico ; (3) uma relativa falta de selectividade dos inibidores clássicos da MAO-A e da MAO-B.
URI: http://hdl.handle.net/10316/534
Rights: embargoedAccess
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