Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/44904
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dc.contributor.authorPeixinho, Ana Teresa-
dc.contributor.authorMarques, Inês Fonseca-
dc.date.accessioned2017-12-12T16:39:13Z-
dc.date.available2017-12-12T16:39:13Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/44904-
dc.description.abstractPretende, aqui, refletir-se sobre o papel da personagem num dos grandes géneros do jornalismo: a reportagem. Partindo de um quadro epistemológico delimitado pelos media studies e pelos estudos narrativos, ensaia-se uma abordagem ao estatuto paraficcional desta categoria narrativa em textos jornalísticos, tentando perceber de que forma a sua construção permite, por um lado, humanizar a história e, por outro, convidar o leitor a imergir no acontecimento. Minutos após os atentados de Paris, no passado mês de novembro, as redes sociais começaram a ser invadidas por um caudal de informação, a que os media de informação rapidamente se ligaram, começando a acompanhar a evolução dos factos, aproveitando muito do que no Facebook e no Twitter se ia publicando. Depois de alguns dias de distanciamento, percebe-se que o jornalista profissional tem um papel determinante na construção social do acontecimento, não só conferindo-lhe alguma espessura narrativa, mas sobretudo no modo como modela e constrói a sua memória futura. Nesse sentido, além de ‘curador do real’, o jornalista assume hoje, mais do que nunca, uma função crucial que passa já não pelo monopólio da informação, mas pela sua organização, triagem e significação. Propõe-se uma análise narrativa de três reportagens de três órgãos de comunicação generalistas portugueses – a Revista E (Expresso), o Público e o Observador – que permitirá constatar que, no rescaldo dos atentados, a notícia ‘ao minuto’ é progressivamente substituída por um investimento narrativo. Esse investimento traduz-se, sobretudo, na aposta numa das categorias centrais da narrativa: a construção de personagens, contributo essencial para a construção de histórias de interesse humano. As questões que norteiam este estudo são essencialmente estas: i) como são figuradas estas personagens? ii) será que esta estratégia de humanização não contribuirá para matizar as dimensões política, económica, social e cultural do acontecimento? iii) qual a memória futura que estas histórias constroem?por
dc.language.isoporpor
dc.publisherEdiciones Egregiuspor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectpersonagempor
dc.subjectnarrativapor
dc.subjectreportagempor
dc.subjectfiguraçãopor
dc.subjecthumanizaçãopor
dc.subjectimersãopor
dc.titleA personagem como estratégia de imersão em reportagenspor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage247por
degois.publication.lastPage260por
degois.publication.locationSevilhapor
degois.publication.titleACTAS DEL I CONGRESO INTERNACIONAL COMUNICACIÓN Y PENSAMIENTO. COMUNICRACIA Y DESARROLLO SOCIALpor
dc.relation.publisherversionhttps://idus.us.es/xmlui/handle/11441/51566por
dc.peerreviewedyespor
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
crisitem.author.deptFaculty of Arts and Humanities-
crisitem.author.researchunitCEIS20 - Centre of 20th Century Interdisciplinary Studies-
crisitem.author.researchunitCLP - Centre of Portuguese Literature-
crisitem.author.researchunitCEIS20 - Centre of 20th Century Interdisciplinary Studies-
crisitem.author.orcid0000-0002-4533-7921-
crisitem.author.orcid0000-0001-7079-3710-
Appears in Collections:I&D CEIS20 - Artigos e Resumos em Livros de Actas
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