Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/34068
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dc.contributor.advisorFreitas, Paula Cristina Oliveira de Castilho-
dc.contributor.authorPereira, Maria Teresa Ramos Fernandes-
dc.date.accessioned2016-12-22T17:01:14Z-
dc.date.available2016-12-22T17:01:14Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/34068-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde (Intervenções Cognitivo-Comportamentais em Perturbações Psicológicas e Saúde), apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.por
dc.description.abstractA autolesão não suicida (ANS) na adolescência tem sido foco de interesse pela comunidade clínica e de investigação, pelo seu crescimento exponencial nos últimos anos. Em serviços de saúde mental, a prevalência de ANS é consideravelmente superior, existindo inúmeros estudos que mostram que 40% a 60% dos adolescentes com psicopatologia manifestam ANS. As razões pelas quais os indivíduos se envolvem em ANS difere de pessoa para pessoa e múltiplas motivações podem coexistir. Extensa literatura tem contribuído para a identificação de fatores de risco e de manutenção, distais e proximais, na emissão dos ANS. O presente estudo pretende dar um contributo explorando a relação entre bullying, perfecionismo, autocriticismo e comportamentos autolesivos não suicidários, em adolescentes. Para além disso, pretendeu-se estudar o papel mediador do autocriticismo na relação entre a tendência para ser vitimizado pelos outros (bullying) e a ANS. A amostra incluiu 271 adolescentes, 105 do género masculino (38.7%) e 166 do género feminino (61.3%), com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos, sem psicopatologia. Todos os participantes preencheram os instrumentos de autorresposta em análise. Foram encontradas diferenças significativas entre os géneros no autocriticismo e os resultados das correlações foram de encontro ao que era esperado. A análise de mediação revelou que a relação entre a tendência para ser vitimizado e a ANS foi parcialmente mediada pelo autocriticismo. Os dados sugerem, assim, que a experiência de vitimização pelos outros e o estilo de processamento interno focado em cognições negativas auto-avaliativas vulnerabilizam os adolescentes para a manifestação de ANS. O impacto destas experiências relacionais negativas e a autorrelação interna devem ser incluídos no tratamento dos comportamentos autolesivos não suicidários, nos adolescentes. Desta forma, a terapia focada na compaixão parece constituir uma abordagem terapêutica segura e promissora para intervir nos comportamentos autolesivos não suicidários.por
dc.description.abstractNon-Suicidal Self-Injury (NSSI) in adolescence has been object of a growing interest by the clinical and academic community, not least because of the exponencial growth of such disorder in recent years. NSSI prevalence is considerably higher among individuals with pshycopathology, with numerous studies estimating that as much as 40 to 60% of all adolescentes in such conditions reveal NSSI behaviour. The reasons that lead adolescentes with psychopathology to develop self-harm differ from one individual to the next, and multiple causes may co-exist. Extensive current literature has helped in identifying distal and proximal causes as well as risk factors associated with NSSI. The presente study aims at being a valuable contribution, exploring the relationship between bullying, perfectionism, self-criticism and non-suicidal self-injury in adolescentes. Also it intends to study the role played by self-criticism in the link between NSSI and the tendency to be victimized by others (bullying). The sample comprised the responses of 271 adolescents, 105 male (38.7 %) and 166 female (61.3%), ages between 12 and 18 years old, with no psychopathology. All participants completed self-report instruments under analysis. Significant diferences between genders were found regarding self-criticism and the correlations met the expected results. The mediation analysis revealed that the connection between tendency to be victmized and NSSI was parcially mediated by self-criticism. Data suggests that the experience of victimization by others and the style of internal processes focused in negative self-evaluations leave adolescentes more vulnerable to NSSI. Both the impact of these negative relational experiences and the internal self-relation should be taken into consideration in the treatment of NSSI by adolescentes. Thus, therapy focused on compassion seems to constitute a safe and promising therapeutic approach to self-harm behaviour.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAutolesão não suicida (ANS)por
dc.subjectBullyingpor
dc.subjectPerfecionismopor
dc.subjectAutocriticismopor
dc.subjectAdolescênciapor
dc.titleBullying e comportamentos autolesivos não suicidários na adolescênciapor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationCoimbrapor
degois.publication.titleBullying e comportamentos autolesivos não suicidários na adolescênciapor
dc.peerreviewedyespor
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.advisor.researchunitCenter for Research in Neuropsychology and Cognitive Behavioral Intervention-
crisitem.advisor.orcid0000-0003-1864-3146-
Appears in Collections:FPCEUC - Teses de Mestrado
UC - Dissertações de Mestrado
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