Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/33406
Title: Atividade física e sedentarismo em doentes com asma induzida pelo exercício
Authors: Teixeira, André Filipe de Jesus 
Orientador: Lemos, Sónia Cristina Gaspar de
Teixeira, Maria Del Carmen Bento
Keywords: Asma Induzida pelo Exercício; Exercício Físico; Prazer no Exercício; Perfeccionismo
Issue Date: Feb-2016
Abstract: Introdução: A asma é uma das doenças crónicas mais prevalentes na população pediátrica tornando-se fundamental o seu controlo como forma de minimizar o impacto na qualidade de vida. A asma induzida pelo exercício (AIE) surge como uma das apresentações mais frequentes na população. No entanto, ainda não é completamente compreendida. Como é cada vez mais frequente falar-se dos benefícios do exercício nesta população, decidimos comparar o nível de atividade física entre o grupo com AIE e o sem AIE. Simultaneamente, averiguámos se o grau de prazer na atividade física ou o grau de perfeccionismo influenciam a participação dos jovens nessas atividades. Métodos: Os 50 participantes asmáticos foram divididos em 2 grupos dependendo da presença ou não de AIE, com base na clínica apresentada. Utilizou-se um questionário de autopreenchimento que inclui a sintomatologia apresentada durante o exercício, as versões experimentais do Questionário de Atividade Física (QAF) e da Escala de Prazer no Exercício Físico (EPE), e a Escala de Perfeccionismo em Crianças e Adolescentes (EPCA). Resultados: Não observámos diferenças entre o grupo com AIE e o sem AIE quanto ao nível de atividade física, de prazer na atividade física e o grau de perfecionismo. A atividade física correlacionou-se positivamente com a tosse (p=.035) e com o prazer no exercício (p=.015) e negativamente com a dispneia (p=.036). O Prazer no Exercício correlacionou-se negativamente com a necessidade de o interromper (p=.018) e o perfecionismo positivamente com a tosse (p=.017). Dividindo os participantes por 2 grupos de QAF, verificámos que os jovens que faziam mais exercício apresentavam menos dispneia [(1.26 ±.445 versus 1.58 ±.513; t (-2.347)=48, p=.029] e menos necessidade de interromper o mesmo [(1.32 ±.475 versus 1.63 ±.476; t (-2.196)=48, p=.033]. Os que faziam mais exercícioapresentavam mais prazer no mesmo [(63.30 ±10.13 versus 71.79 ±10.09; t (-2.862)=48, p=.006]. Conclusão: A sintomatologia da AIE não condiciona significativamente a participação dos indivíduos nas atividades físicas. Contudo, as crianças com níveis mais elevados de atividade física referem menos dispneia durante o exercício físico. Introduction: Asthma is one of the most prevalent chronic diseases in children becoming essential to control in order to minimize asthma’s impact on their quality of life. In this regard, exercise-induced asthma (EIA) appears as one of the most frequent presentations in the population. However, it still is not completely understood. As is increasingly common to speak of the benefits of exercise in this population, we decided to compare the level of physical activity between the groups with EIA and without EIA. Simultaneously we measured whether the degree of pleasure or perfectionism in physical activity influences young people’s participation. Methods: The 50 asthmatic subjects were divided into two groups depending on the presence or absence of EIA, based on clinical presentation. We used a self-report questionnaire includes the symptoms presented during exercise, experimental versions of Physical Activity Questionnaire (QAF) and Pleasure Scale in Exercise (EPE), and Perfectionism Scale for Children and Adolescents (EPCA). Results: No differences were observed between the groups with and without EIA about the level of physical activity, pleasure in physical activity, and the degree of perfectionism. The degree of physical activity was positively correlated with coughing (p = .035) and with pleasure in the exercise (p = .015) and is negatively correlated with dyspnea (p = .036. Pleasure in Exercise correlated negatively with the need to rest (p = .018) and perfectionism correlated positively with coughing (p = .017). Dividing participants by QAF in 2 groups we found that children who exercised more had less dyspnea [(1.26 ± .445 versus 1:58 ± .513; t (-2347) = 48, p = .029]. and also needed to stop less frequently [(1.32 ± 1.63 ± .475 versus .476; t (-2196) = 48, p = .033]. Those who exercised more had more pleasure [(63.30 ± 10.13 versus 71.79 ± 9.10; t -2862) = 48, p = .006]. Conclusion: The symptoms of EIA do not significantly affect an individual’s participation in physical activities. However, children with higher levels of physical activity had markedly significant improvements in the dyspnea.
Description: Trabalho de revisão do 6º ano médico com vista à atribuição do grau de mestre (área científica de pediatria) no âmbito do ciclo de estudos de Mestrado Integrado em Medicina.
URI: http://hdl.handle.net/10316/33406
Rights: openAccess
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UC - Dissertações de Mestrado

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