Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/28894
Title: O papel moderador de algumas características sociodemográficas na relação entre inteligência emocional e perfil de regulação emocional: um estudo com trabalhadores portugueses
Authors: Sá, Tânia Portelada de 
Orientador: Carvalho, Carla Maria Santos de
Keywords: Regulação Emocional; Inteligência Emocional
Issue Date: 23-Feb-2015
Serial title, monograph or event: O papel moderador de algumas características sociodemográficas na relação entre inteligência emocional e perfil de regulação emocional: um estudo com trabalhadores portugueses
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: As emoções podem ser vistas como processos que estão presentes na nossa vida e podem ser definidas como um conjunto de reações cognitivas que ajudam o indivíduo a responder a determinados desafios ou oportunidades do meio (Levenson, 1994). O estudo centrado na análise e compreensão do modo como os indivíduos regulam e controlam as suas emoções nos variados contextos e em particular no trabalho, assim como das consequências dessa gestão no seu próprio comportamento e no dos outros com os quais interagem é algo a que a Psicologia tem procurado dar resposta. Neste sentido, o objetivo deste estudo é testar o papel moderador de algumas variáveis sociodemográficas dos trabalhadores (o género, a idade, a escolaridade e a formação prévia disponibilizada pelas organizações onde trabalham sobre emoções), na relação entre a inteligência emocional e as estratégias de regulação emocional usadas pelos trabalhadores nas interações sociais (perfil de regulação emocional). De modo a cumprir este objetivo, foram utilizadas as escalas Emotion Regulation Profile-Revised de Nelis, Quoidbach, Hansenne e Mikolajczak (2011), adaptada numa versão reduzida de Gondim et al. (in press) – que avalia a regulação emocional; e a Medida de Inteligência Emocional, de Siqueira, Barbosa e Alves (1999) – que avalia a inteligência emocional. Estes instrumentos foram traduzidos e adaptados para a cultura portuguesa, tendo sido aplicados em formato de questionário online, numa amostra de 310 trabalhadores portugueses.2 Em termos globais, com este estudo foi possível verificar que as competências da inteligência emocional se correlacionam positivamente com as estratégias de regulação emocional (up-regulation e down-regulation), assim como as variáveis sociodemográficas se correlacionam com as estratégias de regulação emocional, demonstrando assim, resultados inovadores neste campo de estudo. Os resultados encontrados nesta investigação sugerem, ainda, que o género desempenha um papel relevante na relação entre a competência de inteligência emocional motivação e o perfil de regulação emocional dos trabalhadores portugueses, nomeadamente as estratégias de regulação para emoções positivas. Foi também possível verificar que as mulheres da nossa amostra apresentam maiores níveis de inteligência emocional, nomeadamente na competência de motivação, face aos homens, sendo maior o seu impacto na utilização de estratégias de regulação emocional ditas adaptativas de up-regulation (estratégias que visam aumentar as emoções positivas).
Emotions can be seen as current processes in our lives and can be defined as a set of cognitive reactions which help the individual behave in accordance to particular challenges or surrounding opportunities (Leverson, 1994). A study focused on the assay and understanding of the way people handle and manage their emotions in the several environments particularly in the work context, as well as the impacts of that management on their own behavior along with the one of those they interact with, has been a constant issue for Psychology to address with. That said, this paper aims to assess the moderating effect on the relation between the emotional intelligence and the emotion-regulation strategies settled by the workers on their social interactions (emotion-regulation profile), having in mind a set of a substantial workers’ socio-demographic conditions, such as gender, age, qualifications and prior training provided by the organizations when working with emotions. In order to accomplish this purpose, have been used the Nelis, Quoidbach, Hansenne and Mikolajczak Emotion Regulation Profile-Revised scales (2011), in a reduced version from Gondim et al. (in press) – which assesses the emotional regulation – and the “Medida de Inteligência Emocional” from Siqueira, Barbosa and Alves (1999) – which assesses the emotional intelligence. These tools have been translated and adjusted to the Portuguese cultural background, being placed online as a survey among a 310 Portuguese workers sample3. Essentially, this survey allows us to corroborate the positive correlation between the emotional intelligence competencies and the emotion-regulation strategies (up-regulation and down-regulation), as well as the interrelationship between the socio-demographic conditions and the emotion-regulation strategies, revealing therefore innovating results on this field of study. Additionally, the results gathered by this investigation suggest that gender – as a peculiar socio-demographic condition – plays a significant role on the relation between the Portuguese workers’ emotional intelligence competence motivation and its emotional regulation profile, particularly the regulation strategies aimed to positive emotions. These results also leads us to assess that female workers, over the male gender, present emotional intelligence higher levels, distinctively in what refers to motivation, showing a more effectively handling of the emotional regulation strategies known as adaptive up-regulation (strategies expected to improve positive emotions).
Description: Dissertação de mestrado em Psicologia das Organizações e do Trabalho, apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/28894
Rights: openAccess
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