Title: Contribuição da neopterina para o estudo da patologia infecciosa do sistema nervoso central (Avaliação no soro e no líquido céfalo-raquídeo)
Authors: Saraiva da Cunha, J.G. 
Mota-Pinto, A. 
Santos-Rosa, M. 
Meliço Silvestre, A. 
Carrington da Costa, R. 
Robalo Cordeiro, A. J. A. 
Keywords: Neopterina;Patologia infecciosa;Sistema Nervoso Central
Issue Date: 1990
Abstract: A Neopterina (NPT), pertencente ao grupo das pterinas, e constituindo, conjuntamente com os folatos, o grupo das pteridinas, é um derivado do Trifosfato de Guanosina (TPG), através da acção da ciclohidrolase do TPG. Até ao momento apenas foi demonstrada a sua existência no homem e em primatas. O TPG dá origem ao D-7,8 Trifosfato de Dihidroneopterina (NH2P3), que é um percursor de neopterina (surgindo esta, provavelmente, por reacções não enzimáticas), e da biopterina. Esta última é um cofactor natural da hidroxilação de três aminoácidos (tirosina, fenilalanina e triptofano), conduzindo à produção de neurotransmissores (serotina e dopamina). A deficiência de biopterina provoca o desaparecimento destes neurotransmissores, hiper-fenilalaninemia e atraso mental, que caracterizam a entidade clínica denominada fenilcetonúria atípica, ou variante. A célula monocítica/macrofágica é a fonte específica de neopterina. O macrófago pode sintetizar NH2P3, mas difere do linfócito por não conter a enzima sintetase de 6-Piruviltetrahidropterina (SPT) necessária à síntese de Tetrahidrobiopterina (BH4). Por este facto, o macrófago, quando activado, apenas segrega neopterina, pois é desprovido da capacidade de sintetizar biopterina, devendo, também ter-se em conta que o mecanismo de «feed-back» negativo que a biopterina exerce sobre a enzima ciclohidrolase do TPG se encontra prejudicado.
URI: http://hdl.handle.net/10316/25470
Rights: openAccess
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