Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/22025
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dc.contributor.advisorFigueiredo, António José Barata-
dc.contributor.advisorSeverino, Vítor José Santos-
dc.contributor.authorRibeiro, João Manuel Ferreira-
dc.date.accessioned2013-03-07T17:23:13Z-
dc.date.available2013-03-07T17:23:13Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/22025-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Treino Desportivo para Crianças e Jovens (Treino Desportivo), apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra.por
dc.description.abstractObjectivo: Estudar o perfil do jovem futebolista por posição no campo e examinar o efeito do nível competitivo pós-formação, interpretando um conjunto de variáveis somáticas, morfologia externa, desempenho funcional, HEF e experiência desportiva, ao longo do processo de formação desportiva. Metodologia: A amostra incluiu a participação de um total de 566 jovens futebolistas do sexo masculino (10,98 ±0,30, 18,24 ±0,22 anos de idade) pertencentes a 19 clubes portugueses (17 da AFC, 1 da AFA, 1 da AFV). Este estudo abrangeu os seguintes grupos etários definidos de acordo com o regulamento da Federação Portuguesa de Futebol, a saber: infantis (n=141), iniciados (n=240), juvenis (n=158) e juniores 1º ano (n=27). Os atletas foram ainda agrupados em função da sua posição no campo: GR (n=72), DEF (n=201), MED (n=188) e AV (n=105). Para caracterizar o perfil por posição no campo foi utilizada a estatística descritiva. Para estudar o efeito do nível competitivo pós-formação foi utilizado o teste t-student para amostras independentes. Resultados: A análise descritiva do perfil por posição destaca os GR e os DEF como os mais altos e mais pesados, os MED mais resistentes e melhores tecnicamente e os AV mais rápidos. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos de nível nacional e regional. No escalão de infantis, a massa corporal (p≤0,05), aptidão aeróbia (p≤0,05), controlo da bola (p≤0,05), passe (p≤0,05) e potencial desportivo (p≤0,05) apresentam-se como indicadores preditores de selecção desportiva neste escalão. Nos iniciados temos a altura sentado (p≤0,05), controlo da bola (p≤0,05), M-test (p≤0,05), remate (p≤0,05) e potencial desportivo (p≤0,05). No escalão de juvenis temos o comprimento da perna (p≤0,05) e nos juniores 1º ano o M-test (p≤0,05). Conclusões: As posições no campo apresentam características morfológicas, funcionais e técnicas diferenciadas que variam de acordo com a taxa de trabalho de cada posição. O processo de selecção desportiva parece privilegiar o tamanho corporal, factores técnicos e factores ligados ao processo maturacional.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFutebolpor
dc.subjectMaturaçãopor
dc.subjectComposição corporalpor
dc.titlePerfil do jovem futebolista por posição no campo : estudo da variação associada ao nível competitivo atingido após o processo inicial de formaçãopor
dc.typemasterThesispor
dc.peerreviewedYespor
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.advisor.researchunitCIDAF - Research Unit for Sport and Physical Activity-
crisitem.advisor.orcid0000-0001-6956-0514-
Appears in Collections:FCDEF - Teses de Mestrado
UC - Dissertações de Mestrado
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