Title: Alongamento estático ativo no desempenho em provas de potência e velocidade
Authors: Oliveira, Fábio Carlos Lucas de 
Keywords: Alongamentos
Issue Date: 2011
Citation: OLIVEIRA, Fábio Carlos Lucas de - Alongamento estático ativo no desempenho em provas de potência e velocidade. Coimbra : [s.n.], 2011
Abstract: O propósito deste estudo foi avaliar a influência das tarefas de alongamento estático ativo em provas de potência e velocidade como o “salto vertical com contra-movimento” (CMJ) e o “sprint de 20 metros”. A amostra foi composta por 22 atletas, do sexo masculino, praticantes de rugby7 e handebol, com média de idade 24 ± 6,2 anos. Os atletas foram, aleatoriamente, separados em dois grupos (A e B) e foram submetidos a dois protocolos diferentes. No primeiro dia, ambos os grupos foram submetidos às atividades de aquecimento ativo por 10 minutos e, na sequência, o grupo A executou as tarefas do protocolo 1 (cinco exercícios de alongamento estático ativo durante cinco minutos, CMJ e sprint de 20 metros), enquanto o grupo B cumpriu o protocolo 2 (somente CMJ e sprint de 20 metros). No segundo dia, o grupo B executou as tarefas do protocolo 1, enquanto o grupo A cumpriu o protocolo 2. Os resultados do Test T para medidas de amostras independentes não revelaram efeitos agudos no desempenho desportivo no CMJ e no sprint (p>0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas na média de velocidade do sprint de 20 metros entre as condições “com alongamento estático ativo” e “sem alongamento” (22,00 ± 1,13km/h; 21,91 ± 1,20km/h, respectivamente; p=0.828) e na média de altura atingida no CMJ (35,71 ± 6,20cm; 36,12 ± 6,08cm, respectivamente; p=0.788). Conclui-se que o alongamento estático ativo não exerce influencia significativa sobre o desempenho desportivo, não proporcionando melhora ou redução no desempenho em provas de potência e velocidade.
O propósito deste estudo foi avaliar a influência das tarefas de alongamento estático ativo em provas de potência e velocidade como o “salto vertical com contra-movimento” (CMJ) e o “sprint de 20 metros”. A amostra foi composta por 22 atletas, do sexo masculino, praticantes de rugby7 e handebol, com média de idade 24 ± 6,2 anos. Os atletas foram, aleatoriamente, separados em dois grupos (A e B) e foram submetidos a dois protocolos diferentes. No primeiro dia, ambos os grupos foram submetidos às atividades de aquecimento ativo por 10 minutos e, na sequência, o grupo A executou as tarefas do protocolo 1 (cinco exercícios de alongamento estático ativo durante cinco minutos, CMJ e sprint de 20 metros), enquanto o grupo B cumpriu o protocolo 2 (somente CMJ e sprint de 20 metros). No segundo dia, o grupo B executou as tarefas do protocolo 1, enquanto o grupo A cumpriu o protocolo 2. Os resultados do Test T para medidas de amostras independentes não revelaram efeitos agudos no desempenho desportivo no CMJ e no sprint (p>0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas na média de velocidade do sprint de 20 metros entre as condições “com alongamento estático ativo” e “sem alongamento” (22,00 ± 1,13km/h; 21,91 ± 1,20km/h, respectivamente; p=0.828) e na média de altura atingida no CMJ (35,71 ± 6,20cm; 36,12 ± 6,08cm, respectivamente; p=0.788). Conclui-se que o alongamento estático ativo não exerce influencia significativa sobre o desempenho desportivo, não proporcionando melhora ou redução no desempenho em provas de potência e velocidade.
Description: Dissertação de mestrado em Biocinética, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/20013
Rights: openAccess
Appears in Collections:FCDEF - Teses de Mestrado

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