Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/105900
Title: Physiological profile of adult male long-distance trail runners: variations according to competitive level (national or regional)
Other Titles: Perfil fisiológico de corredores de trilhas de longa distância adultos do sexo masculino: variações segundo o nível competitivo (nacional ou regional)
Authors: Oliveira-Rosado, Joana
Duarte, João P. 
Silva, Paulo Sousa e 
Costa, Daniela 
Martinho, Diogo V. 
Sarmento, Hugo 
Santos, João Valente dos 
Rama, Luis M. 
Tavares, Óscar M.
Conde, Jorge 
Castanheira, Joaquim 
Soles-Gonçalves, Rui
Agostinete, Ricardo R.
Coelho-e-Silva, Manuel J. 
Keywords: Physical exertion/physiology; Running; Exercise test; Oxygen consumption; Anaerobic threshold; Esforço físico/fisiologia; Corrida; Teste de esforço; Consumo de oxigênio; Limiar anaeróbio
Issue Date: 2020
Publisher: Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
Project: SFRH/BD/138608/2018 
SFRH/BD/136193/2018 
SFRH/BD/121441/2016 
Serial title, monograph or event: Einstein (Sao Paulo, Brazil)
Volume: 18
Abstract: Objective: To describe and identify the importance of different indicators of the aerobic and anaerobic fitness of male ultra-trail runners according to their level of participation (regional or national). Methods: Forty-four male ultra-trail runners were assessed (36.5±7.2 years). They were classified as regional (n=25) and national (n=19). Wingate test was used to assess the anaerobic pathway. A progressive incremental running test was performed and ventilatory thresholds registered, in parallel to heart rate and lactate concentration at the end of the protocol. Comparison between groups was performed using independent samples t-test. Results: No significant differences were found between outputs derived from Wingate test. For aerobic fitness, while examining absolute values, differences were uniquely significant for the second ventilatory threshold (ultra-trail regional runners: 3.78±0.32L.min-1; ultra-trail national runners: 4.03±0.40L. min-1 p<0.05). Meantime, when aerobic fitness was expressed per unit of body mass, differences were significant for the second ventilatory threshold (ultra-trail regional runners: 50.75±6.23mL. kg-1.min-1; ultra-trail national runners: 57.88±4.64mL.kg-1.min-1 p<0.05) and also maximum volume of oxygen (ultra-trail regional runners: 57.33±7.66mL.kg-1.min-1; ultra-trail national runners: 63.39±4.26mL.kg-1.min-1 p<0.05). Conclusion: This study emphasized the importance of expressing physiological variables derived from running protocols per unit of body mass. Also, the second ventilatory threshold appears to be the best and the only aerobic fitness variable to distinguish between trail runners according to competitive level. Maximal oxygen uptake seems of relative interest to distinguish between long distance runners according to competitive level.
Objetivo: Descrever e comparar indicadores de aptidão metabólica em corredores de trilhas de longa distância (ultra trail running) adultos do sexo masculino, de acordo com o nível de competição (regional ou nacional). Métodos: Foram avaliados 44 corredores masculinos com média de idade de 36,5±7,2 anos classificados como de nível regional (n=25) ou nacional (n=19). Foi utilizado o teste de Wingate para avaliação da via anaeróbica, enquanto o teste incremental de corrida em esteira também foi realizado para determinar os limiares ventilatórios, o consumo máximo de oxigênio, a frequência cardíaca e a concentração de lactato ao final do protocolo. A comparação entre os grupos foi realizada por estatística teste t para amostras independentes. Resultados: As variáveis obtidas do teste Wingate não diferiram de forma significativa entre os grupos. No que diz respeito à aptidão aeróbica, foram encontradas diferenças significativas entre variáveis expressas em valores absolutos no segundo limiar ventilatório (corredores de nível regional: 3,78±0,32L.min-1; corredores de nível nacional: 4,03±0,40L.min-1; p<0,05). Quando considerados os valores expressos por unidade de massa corporal, o segundo limiar ventilatório (corredores de nível regional: 50,75±6,23mL.kg-1.min-1; corredores de nível nacional: 57,88±4,64mL.kg-1.min-1; p<0,05) e o volume máximo de oxigênio (corredores de nível regional: 57,33±7,66mL.kg-1.min-1; corredores de nível nacional: 63,39±4,26mL.kg-1.min-1; p<0,05) também diferiram de forma significativa. Conclusão: Este estudo destacou a importância de se expressarem variáveis fisiológicas derivadas de protocolos de corrida por unidade de massa corporal. Além disso, o segundo limiar ventilatório pareceu ser o melhor e único indicador de aptidão aeróbica para a diferenciação de corredores de trilha de longa distância, segundo o nível competitivo. O consumo máximo de oxigênio não é especialmente relevante para distinguir os corredores de trilha de longa distância, segundo o nível competitivo.
URI: https://hdl.handle.net/10316/105900
ISSN: 1679-4508
2317-6385
DOI: 10.31744/einstein_journal/2020AO5256
Rights: openAccess
Appears in Collections:FCDEF - Artigos em Revistas Internacionais
I&D CIDAF - Artigos em Revistas Internacionais

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