Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/96352
Title: Feminismo à deriva? Sobre disputas reacionárias coetâneas do ideário feminista
Other Titles: A drifting feminism? On contemporary reactionary disputes of the feminist imaginary
Authors: Soares, Mónica Catarina
Keywords: Feminismo; Feminacionalismo; Reprodução social; Extrema-direita; Marxismo; Feminism; Feminacionalismo; Social reproduction; Far-Right; Marxism
Issue Date: 1-Jun-2021
Publisher: Universidade Estadual de Maringá
Serial title, monograph or event: Revista Espaço Acadêmico
Volume: 21
Place of publication or event: Paraná
Abstract: A popularidade política da extrema-direita tem vindo a ganhar proporções globais alarmantes. A sua sedimentação em todo o mundo parece, ainda que de forma variável, colocar-se de forma ambígua em relação a reivindicações historicamente constituídas como feministas. Enquanto, por um lado, o desprezo pelas mulheres, gays/lésbicas e transgéneros, parece recalcitrante, assim como a descredibilização de certas lutas feministas, por outro lado, tal tendência aparece como liminar, existindo paradoxalmente um interesse renovado em ‘questões femininas’ e no impulso emancipatório das lutas feministas. Este artigo visa empreender algumas reflexões de partida sobre esta contradição, suportados na experiência de movimentos e formações partidárias (feministas e/ou de extrema-direita) que buscam disputar a constituição de subjetividades políticas conjuntamente feministas e reacionárias. Advoga-se ainda que este debate seja conduzido no seio da interseção entre feminismo e marxismo, estimulando-se uma formulação teórica que se opõe ao capitalismo, ora entendido como totalidade contraditória.
The political popularity of the far-right has been taking alarming global proportions. Its sedimentation around the world, albeit in variable ways, needs to be placed ambiguously in relation to feminist historical-constituted claims. Whereas, on the one hand, disdain for women, gays/lesbians and transgender, seems recalcitrant, as well as the discredit of certain feminist struggles, on the other hand, this tendency appears as an onset, existing paradoxically a renewed interest in women's issues and on the emancipatory impulse of feminist struggles. This article aims to undertake some starting reflections on this contradiction, supported by the experience of movements and party-formations (feminist and/or far-right) that seek to dispute the constitution of political subjectivities both feminist and reactionary terms. It is recognized the relevance of taking this debate within the intersection between feminism and Marxism, which is able to stimulate a theoretical formulation opposing capitalism, here understood as a contradictory totality.
URI: http://hdl.handle.net/10316/96352
ISSN: 1519-6186
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Internacionais

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