Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/92977
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dc.contributor.advisorMendes, Alexandrina Maria Ferreira Santos Pinto-
dc.contributor.advisorMonteiro, Paulo Jorge da Silva-
dc.contributor.authorSimões, Ivo Afonso Madeira-
dc.date.accessioned2021-02-11T23:06:33Z-
dc.date.available2021-02-11T23:06:33Z-
dc.date.issued2020-09-16-
dc.date.submitted2021-02-11-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/92977-
dc.descriptionRelatório de Estágio do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas apresentado à Faculdade de Farmácia-
dc.description.abstractA esquizofrenia é um distúrbio neuropsiquiátrico crónico, bem como debilitante, cuja prevalência se encontra compreendida entre os 0,3 % e os 0,7 % a nível mundial. Deste modo, conquanto seja considerada uma patologia de baixa prevalência, a esquizofrenia possui impactos colossais a nível social e humanístico e um impacto abissal no que concerne ao domínio económico, uma vez que os custos anuais atribuídos à patologia oscilam entre os 94 milhões US $ e os 102 bilhões US $, atendendo ao país em análise. Por conseguinte, salienta-se a premência de escrutinar a etiopatilogia da esquizofrenia e identificar novos alvos farmacológicos de modo a desenvolver estratégias faramacoterapêuticas seguras e eficazes. Não obstante a compleição multifatorial deste distúrbio neuropsiquiátrico, cisma-se que a desregulação do sistema imunológico e a concludente ativação de um estado inflamatório constitui um mecanismo fisiopatológico associado à incipiência e progressão da patologia. Presentemente, o campo da imunopsiquiatria procura esclarecer a origem da inflamação vinculada à esquizofrenia e, como tal, o Complexo de Histocompatibilidade Maior, processos autoimunes, a exposição pré-natal e perinatal a agentes infeciosos, o modelo da vulnerabilidade-stress-inflamação e a disbiose intestinal constituem potenciais fatores associados à etiopatologia da esquizofrenia, ao passo que alterações dos níveis de citocinas, da neurotransmissão, da microglia e do sistema do complemento representam mecanismos moleculares e celulares potencialmente associados ao desenvolvimento da patologia. Os fármacos antipsicóticos constituem, atualmente, a primeira linha terapêutica na esquizofrenia, todavia, a sua administração culmina, usualmente, em efeitos adversos que comprometem pejorativamente a qualidade de vida dos indivíduos esquizofrénicos. Deste modo, atendendo à desregulação do sistema imunológico como potencial mecanismo fisiopatológico deste distúrbio neuropsiquiátrico, fármacos anti-inflamatórios, antioxidantes e imunomoduladores foram avaliados em estudos pré-clínicos e clínicos de modo a deslindar a sua eficácia no controlo dos sintomas vinculados à esquizofrenia. Por conseguinte, atentando nos resultados positivos, conquanto heterogéneos, obtidos a partir dos estudos supramencionados, conjetura-se que a administração de fármacos moduladores da inflamação constitui uma potencial estratégia farmacoterapêutica concernente à regulação da sintomatologia associada à esquizofrenia, a despeito da necessidade de um maior número de estudos de modo a asseverar com maior certeza a segurança e a eficácia destes fármacos.por
dc.description.abstractSchizophrenia is a chronic, as well as debilitating, neuropsychiatric disorder, whose prevalence is between 0,3 % and 0,7 % worldwide. Thus, although it is considered to be a low prevalence pathology, schizophrenia has colossal impacts at a social and humanitarian level and an abyssal impact regarding the economic domain, since the annual costs attributed to this pathology fluctuate between 94 million US $ to 102 billion $, depending on the country under analysis. Therefore, it is important to emphasize the need to scrutinize the pathoetiology of schizophrenia and identify new pharmacological targets in order to develop safe and effective pharmaco-therapeutic strategies. Despite the multifactorial complexion of this neuropsychiatric disorder, it is perceived that the dysregulation of the immune system and the conclusive activation of an inflammatory state constitutes a pathophysiological mechanism associated with the incipience and progression of the pathology. Currently, the field of immunopsychiatry seeks to clarify the origin of the inflammation linked to schizophrenia and as such, the Major Histocompatibility Complex, autoimmune processes, the pre and perinatal exposure to infectious agents , the vulnerability-stress-inflammation model and intestinal dysbiosis constitute potential factors associated with the pathoetiology of schizophrenia, while changes in cytokine levels, neurotransmission, microglia and the complement system are molecular and cellular mechanisms that might be associated with the development of the pathology. Antipsychotics are, currently, part of the first-line therapeutic agents in schizophrenia, however, their administration often leads to adverse effects that pejoratively compromise the quality of life of schizophrenic individuals. Thus, given the dysregulation of the immune system as a potential physiopathological mechanism of this neuropsychiatric disorder, anti-inflammatory, anti-oxidant and immunomodulator drugs have been evaluated in pre-clinical and clinical studies in order to unravel their efficacy in terms of the control of the symptoms linked to schizophrenia. That being the case, taking into account the positive results, although heterogeneous, obtained from the aforementioned studies, it is conjectured that the administration of inflammation immunomodulator drugs constitutes a potential pharmacotherapeutic strategy regarding the regulation of the symptomatology associated with schizophrenia, despite the need of a greater number of studies in order to assert a greater certainty in terms of the safety and efficacy of these drugs.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsopenAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.subjectEsquizofreniapor
dc.subjectInflamaçãopor
dc.subjectSistema imunológicopor
dc.subjectAntipsicóticospor
dc.subjectFármacos moduladores da inflamaçãopor
dc.subjectSchizophreniaeng
dc.subjectInflammationeng
dc.subjectImmune systemeng
dc.subjectAntipsychoticseng
dc.subjectInflammation modulator drugseng
dc.titleRelatório de Estágio e Monografia intitulada "A Inflamação como mecanismo fisiopatológico e alvo terapêutico na Esquizofrenia"por
dc.title.alternativeInternship and Monograph reports entitled"Inflammation as a pathophysiological mechanism and therapeutic target in Schizophrenia"eng
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationFaculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra; Farmácia S. José -Coimbra-
degois.publication.titleRelatório de Estágio e Monografia intitulada "A Inflamação como mecanismo fisiopatológico e alvo terapêutico na Esquizofrenia"por
dc.peerreviewedyes-
dc.identifier.tid202633853-
thesis.degree.disciplineSaude - Ciências Farmacêuticas-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Farmácia-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorSimões, Ivo Afonso Madeira::0000-0001-8037-8027-
uc.degree.classification18-
uc.degree.presidentejuriParanhos, António Henrique da Silva-
uc.degree.elementojuriMendes, Alexandrina Maria Ferreira Santos Pinto-
uc.degree.elementojuriSantos, Armanda Emanuela Castro-
uc.contributor.advisorMendes, Alexandrina Maria Ferreira Santos Pinto-
uc.contributor.advisorMonteiro, Paulo Jorge da Silva-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
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