Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/92827
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dc.contributor.advisorCabral, Ana Maria Telmo Dias Pereira Vicente-
dc.contributor.authorFélix, Cristian Ribeiro-
dc.date.accessioned2021-01-29T12:47:56Z-
dc.date.available2021-01-29T12:47:56Z-
dc.date.issued2014-09-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/92827-
dc.descriptionMonografia realizada no âmbito da unidade Estágio Curricular do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, apresentada à Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbrapt
dc.description.abstractA depressão é uma doença que, atualmente, afeta cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo um dos graves problemas de saúde pública mundial. A Organização Mundial de Saúde estima que em 2020 a depressão seja a doença mais prevalente no mundo Ocidental. O crescente consumo de fármacos antidepressivos que se verifica em todo o globo, e especificamente em Portugal, é um fator comprovativo de tal. A depressão é, então, uma desordem mental que pode ser de longa duração ou recorrente, caracterizada pelo facto de ser uma das principais causas de mundiais de incapacidade causada por doença, sendo, cada vez mais frequente, episódios depressivos terem início numa idade mais precoce. O tratamento da depressão cada vez mais se baseia na prescrição de fármacos com propriedades antidepressivas. Fármacos esses que apresentam algumas limitações como por exemplo a existência de interações medicamentosas, risco de efeitos laterais bem como um período de latência até que se façam sentir os seus benefícios terapêuticos. Existem, contudo, casos em que a prescrição de fármacos antidepressivos não é aconselhada, mas, por uma razão ou por outra, estes, são, efetivamente prescritos. No ano de 2012, nas farmácias portuguesas foram dispensadas, diariamente, vinte mil e quinhentas embalagens de fármacos antidepressivos. Esta monografia pretende explorar o porquê deste aumento constante no que concerne ao consumo destes fármacos. Razões como o marketing de fármacos antidepressivos, a crise económica que atualmente se atravessa, o estilo de vida ocidental, o insuficiente acompanhamento médico, a dispensa de fármacos antidepressivos nas farmácias bem como as reduzidas taxas de remissão nos indivíduos deprimidos e as elevadas taxas de resistência aos tratamentos farmacológicos são, indubitavelmente, fatores que contribuem para esta escalada no consumo de fármacos antidepressivos.pt
dc.description.abstractDepression is a disease that, nowadays, affects about 350 million people worldwide, being regarded as one of the most troubling health problems. By 2020, The World Health Organization foresees depression as the most prevalent disease in the western world. Growing consumption of antidepressants observed around the world and, specifically, in Portugal, is a supporting factor of that. Depression is defined by WHO as a “mental disorder characterized by sadness, loss of interest or pleasure, feelings of guilt or low self-worth, disturbed sleep or appetite, feelings of tiredness, and poor concentration. Depression can be long-lasting or recurrent, substantially impairing an individual’s ability to function at work or school or cope with daily life”. Prescription of antidepressant drugs by health professionals is the main form of treatment of depression. Those antidepressants present some limitations, as the existence of drug interactions, risk of adverse side effects, as well as a latency period before antidepressants benefits are felt. There are, however, situations where antidepressants prescription is not advised but, nonetheless, they are effectively prescribed. Year 2012 saw the Portuguese pharmacies spare, daily, about 20500 packages of antidepressant drugs. This monograph pretends to explore the reasons beyond this growth. Factors as antidepressants marketing, financial crisis, western world life-style, insufficient medical care, spare of antidepressant drugs non prescribed, as well as the reduced remission rates in depressed individuals and the high rates of resistance to pharmacological treatments are factors than, no doubt, contribute to this huge number of antidepressant drugs consumed by Portuguese people.pt
dc.language.isoporpt
dc.rightsopenAccesspt
dc.subjectAntidepressivospt
dc.subjectDepressãopt
dc.subjectPortugalpt
dc.titleAntidepressivos em Portugal e no mundo: um olhar sobre a depressão e consumo de antidepressivospt
dc.typeotherpt
degois.publication.locationCoimbrapt
dc.date.embargo2014-09-01*
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt
uc.rechabilitacaoestrangeiranopt
uc.date.periodoEmbargo0pt
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
crisitem.advisor.deptFaculty of Pharmacy-
crisitem.advisor.researchunitCQC - Coimbra Chemistry Centre-
crisitem.advisor.parentresearchunitFaculty of Sciences and Technology-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-2912-0028-
Appears in Collections:FFUC- Teses de Mestrado
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