Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/89526
Title: New Methodology to Evaluate Aesthetics and Functional Results after Ptosis Surgery
Other Titles: Nova Metodologia de Avaliação dos Resultados Estéticos e Funcionais após Cirurgia de Ptose
Authors: Cunha, Bruna Maria Mota Antunes da
Orientador: Murta, Joaquim Carlos Neto
Castela, Rui Guilherme Pereira Leite
Keywords: Ptose palpebral; Cirurgia; Pálpebra; Medições; Fotografia; Blepharoptosis; Surgery; Eyelid; Measurements; Photography
Issue Date: 7-Jun-2019
Serial title, monograph or event: New Methodology to Evaluate Aesthetics and Functional Results after Ptosis Surgery
Place of publication or event: Rua Azinhaga de Sta. Comba, 3000-584 Coimbra
Abstract: Introdução: Para uma correta avaliação de uma ptose palpebral, planeamento cirúrgico e follow-up são necessárias medições palpebrais extremamente precisas. O recurso a uma metodologia que através de fotografias faciais mede automaticamente as distâncias margem-reflexo 1 e 2 (MRD1 e MRD2) e abertura palpebral (PF) poderá ser a resposta para uma abordagem objetiva, exata e reprodutível.Objetivo: Apresentar uma nova metodologia digital de medições palpebrais para a avaliação estética e funcional da ptose palpebral, e comparar a sua concordância com o método manual clássico.Métodos: Um total de 16 olhos de 8 pacientes referenciados por ptose palpebral ao serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, foram avaliados na consulta pré e pós-operatória, tendo sido medidos o MRD1, MRD2 e PF. As medições foram feitas manualmente com uma régua, e digitalmente utilizando a máquina fotográfica Volk Eye Check. Desvios sistemáticos foram avaliados recorrendo a testes t para dados emparelhados, concordância através da construção de gráficos Bland-Altman, e consistência pelo cálculo de coeficientes de correlação intra-classe (ICC).Resultados: As duas metodologias avaliaram eficazmente os aumentos dos parâmetros após a intervenção cirúrgica, sendo significativos os do MRD1 manual (p<0.001) e digital (p=0.003), MRD2 (p=0.004) e PF (p<0.001) manuais; e não significativos os do MRD2 (p=0.398) e PF (p=0.689) digitais. Não houve desvio sistemático significativo entre as medições manuais e digitais relativamente ao MRD1 (+0.01±1.37 mm, p=0.961) e houve um desvio significativo de +0.91±1.20 mm (p=0.002) no MRD2 e +1.33±1.68 mm (p=0.001) na PF. O intervalo de confiança de 95% de [-2.675, +2.704] para o MRD1, [-1.442, +3.267] para o MRD2 e [-1.956, +4.621] para a PF excederam os limites clinicamente aceitáveis de ±0.5 mm para o MRD1 e MRD2, e ±1.00 mm para a PF. O ICC calculado foi de 0.54 para o MRD1, 0.33 para o MRD2 e 0.55 para a PF, representando consistência moderada, fraca e moderada, respetivamente.Conclusão: Dada a fraca concordância observada entre as metodologias, os nossos dados sustentam que as medições digitais palpebrais recorrendo à versão atual desta tecnologia, não devem substituir o gold standard das medições manuais.
Introduction: An extremely precise measurement of the margin reflex distance 1 (MRD1), margin reflex distance 2 (MRD2) and the palpebral fissure (PF) are crucial for a proper ptosis assessment, its surgical repair planning and follow-up. Facial photographs integrated with automated measurements of the eyelid position could represent an objective, accurate and reproducible means of documentation of these parameters.Purpose: To compare the agreement of eyelid position measurements between a novel device that automatically derives measurements from a digital photograph and the standard manual approach.Methods: A total of 16 eyes from 8 patients referred for blepharoptosis repair to the ophthalmology department of Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra were assessed for MRD1, MRD2 and PF at the pre-operative and post-operative appointment. The measurements were obtained using two techniques: the standard manual approach, with the use of a ruler; and an automated digital approach, through which facial photographs captured using the Volk Eye Check oculoplastic device. Systematic differences were evaluated by paired t-tests, agreement by construction of Bland-Altman plots and consistency by deriving intra-class correlation coefficients (ICC).Results: Both manual and digital techniques succeeded in reporting after surgery increases: significantly for MRD1 manual (p<0.001) and digital (p=0.003), manual MRD2 (p=0.004) and PF (p<0.001); not significantly for digital MRD2 (p=0.398) and PF (p=0.689). There was no significant systematic difference between the manual and digital methodologies regarding the MRD1 (+0.01±1.37 mm, p=0.961); and a significant +0.91±1.20 mm (p=0.002) for MRD2 and +1.33±1.68 mm (p=0.001) for PF. The derived 95% confidence interval (CI) of [-2.675, +2.704] for MRD1, [-1.442, +3.267] for MRD2 and [-1.956, +4.621] for PF exceeded the acceptable clinical limits of ±0.5 mm for MRD1 and MRD2, and ±1.00 mm for PF. The calculated ICC was 0.54 for MRD1, 0.33 for MRD2 and 0.55 for PF, representing moderate, poor and moderate consistency, respectively.Conclusion: Our data supports that the digital measurements using the present version of this technology should not be used interchangeably with manual eyelid measurements, the gold standard, as a poor agreement between the methods was found.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: http://hdl.handle.net/10316/89526
Rights: embargoedAccess
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado

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