Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/88239
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dc.contributor.advisorPena, Angelina Lopes Simões-
dc.contributor.advisorSilva, Liliana João Gatões da-
dc.contributor.authorMacedo, Luciana Serelle-
dc.date.accessioned2019-12-02T23:18:27Z-
dc.date.available2019-12-02T23:18:27Z-
dc.date.issued2019-10-14-
dc.date.submitted2019-12-02-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/88239-
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Segurança Alimentar apresentada à Faculdade de Farmácia-
dc.description.abstractA ocratoxina A (OTA) é uma micotoxina produzida por diferentes espécies de fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillium. A OTA possui efeitos carcinogênicos, teratogênicos, imunossupressores, hepatotóxicos e nefrotóxicos em diversas espécies animais, tendo sido classificada como um possível carcinogênico humano pela IARC. A sua presença foi detectada a nível mundial em diversos gêneros alimentícios e amostras biológicas.Diferentes estudos já detectaram OTA em amostras de urina humana, no entanto, relativamente à exposição da população infantil estão disponíveis poucos estudos. Sendo este subtipo populacional mais susceptível a contaminantes alimentares, nomeadamente a micotoxinas, principalmente devido ao maior consumo de alimentos por quilo de peso corporal, considerou-se relevante a biomonitorização de OTA em crianças, e caracterização do risco para a sua saúde desta população, resultante da sua exposição a esta micotoxina.Um total de 80 amostras de urina foram coletadas de crianças saudáveis, de 2 a 13 anos (6,1 ± 2,5), residentes na zona centro de Portugal. A análise das amostras de urina foi realizada por cromatrografia líquida com detecção por fluorescência (LC-FD). A linearidade da OTA, avaliada em solvente (1 - 10 ng/ml) e em matriz (0,02 – 0,15 ng/ml), foi adequada com valores de r2 de 0,9968, e de 0,9991, respectivamente. O valor do efeito matriz obtido foi de 100,23%. As percentagens de recuperação variaram entre 90% e 97%. O LOD e o LOQ foram de 0,01 e 0,019 ng/ml, respetivamente.A OTA foi detectada em 60 amostras (75%), com concentrações variando de <LOQ a 0,052 ng/ml, numa concentração média de 0,02 ng/ml. Este foi o primeiro estudo a avaliar a exposição das crianças portuguesas à OTA, tendo evidenciado uma clara frequência de exposição. A avaliação de risco indica uma potencial preocupação, pelo que a continuação destes estudos de biomonitorização é muito importante.por
dc.description.abstractOchratoxin A (OTA) is a mycotoxin produced by different species of fungi of the genera Aspergillus and Penicillium. OTA has carcinogenic, teratogenic, immunosuppressive, hepatotoxic and nephrotoxic effects in several animal species and has been classified as a possible human carcinogen by IARC. Its presence has been detected worldwide in various foodstuffs and biological samples.Different studies have already detected OTA in human urine samples, however, regarding the exposure of children just a few studies are available. As this population subtype is more susceptible to food contaminants, namely mycotoxins, mainly due to the higher food consumption per kg of body weight, it was considered relevant to biomonitor OTA in children, to better characterize their health risk resulting from their exposure.A total of 80 urine samples were collected from healthy children, aged between 2 to 13 years (6.1 ± 2.5) residents of central Portugal. Analysis of urine samples was performed by liquid chromatography with fluorescence detection (LC-FD). The linearity of OTA, evaluated in solvent (1 - 10 ng / mL) and matrix (0.015 - 0.15 ng/mL), was adequate with R2 values of 0.9968 and 0.9991, respectively. The matrix effect value obtained was 100.23%. The recoveries ranged from 90% to 97%. The LOD and LOQ were 0.019 and 0.02 ng/ml, respectively.OTA was detected in 60 samples (75%), with concentrations ranging from <LOQ to 0.052 ng/ml, in an average concentration of 0.02 ng/ml. This was the first study to assess the exposure of Portuguese children to OTA, showing a clear frequency of exposure. Risk assessment indicates a potential concern, so the continuation of these biomonitoring studies is very important.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsopenAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.subjectOcratoxina Apor
dc.subjectbiomonitorizaçãopor
dc.subjecturinapor
dc.subjectcriançaspor
dc.subjectavaliação do riscopor
dc.subjectOchratoxin Aeng
dc.subjectbiomonitoringeng
dc.subjecturineeng
dc.subjectchildreneng
dc.subjectrisk evaluationeng
dc.titleBiomonitorização de Ocratoxina A em urina de criançaspor
dc.title.alternativeBiomonitoring of Ochratoxin A in childrens urineeng
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationFaculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra-
degois.publication.titleBiomonitorização de Ocratoxina A em urina de criançaspor
dc.peerreviewedyes-
dc.identifier.tid202318281-
thesis.degree.disciplineCiências e Tecnologias da Saúde-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado em Segurança Alimentar-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Farmácia-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorMacedo, Luciana Serelle::0000-0002-0424-8463-
uc.degree.classification18-
uc.degree.presidentejuriRamos, Fernando Jorge dos-
uc.degree.elementojuriPena, Angelina Lopes Simões-
uc.degree.elementojuriDuarte, Sofia Alexandra Giestas Cancela-
uc.contributor.advisorPena, Angelina Lopes Simões-
uc.contributor.advisorSilva, Liliana João Gatões da-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
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