Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/83229
Title: Foraging ecology of yellow-legged gulls with a marine strategy.
Other Titles: Ecologia alimentar das gaivotas de patas amarelas com uma estratégia marinha
Authors: MENDES, ROBERTO FILIPE AFONSO 
Orientador: Ceia, Filipe Rafael dos Santos
Ramos, Jaime Albino
Keywords: Época de reprodução; GPS tracking; NAO; Nicho isotópico; Estratégia de alimentação; Breeding season; Foraging strategy; GPS tracking; Isotopic niche; NAO
Issue Date: 13-Jul-2017
Serial title, monograph or event: Foraging ecology of yellow-legged gulls with a marine strategy.
Place of publication or event: Departamento de Ciências da Vida
Abstract: Seagulls are opportunistic seabirds that can feed on a wide variety of food, including anthropogenic resources, traveling even for dozens kilometers in that demand. This work focuses on the foraging strategies (particularly the marine strategy) of the yellow - legged gull (Larus michaellis) in two distinct colonies (Berlenga – from 2011 to 2016 and Deserta – in 2015 and 2016) during the breeding season (May - June). In addition, the strategies of yellow-legged gulls were compared with the foraging strategy of Audouinii gull (Larus audouinii) in Deserta, since this is a species that has a strictly marine foraging strategy. Stable isotope analyses of blood and plasma were measured to detect differences in foraging at breeding season between the years and colonies, as well as GPS loggers to assess foraging behavior performed by gulls of the two species. The objectives were to define the general foraging strategy of the yellow-legged gulls during the breeding season in each year and local, and relate their marine, mix and terrestrial strategies with foraging behavior, niche width and oceanographic conditions. Overall, the results indicated differences in foraging strategies over the years and colonies, and differences in the isotopic niche between the two species of seagulls. It was possible to define the 3 predictable feeding strategies for yellow-legged gulls (marine, mixed and terrestrial). In 2013 in Berlenga, individuals preferred a more terrestrial foraging strategy, supposedly due to the lower NAO values observed during this year. In contrast, 2015 was the year in which the marine foraging strategy was most used. It should be noted that in only some years in Berlenga, mixed trips (2011, 2012 and 2015) were carried out. Results show that the isotopic niche of gulls with a marine foraging strategy was much smaller than the niche of gulls with a terrestrial foraging strategy. Gulls adopting a terrestrial foraging strategy may feed on a wide variety of foods, which greatly influence the amplitude of the isotopic values. It could also be verified that the niche of the audouinii gulls was small and similar to the yellow-legged gulls that used a marine foraging strategy. In conclusion, the feeding strategies of yellow-legged gulls during the breeding season can differ greatly according with the year and location of the colony, and should be influenced by oceanographic conditions and availability of terrestrial and marine food sources.
As gaivotas são aves marinhas oportunistas que se alimentam de uma grande variedade de alimentos, incluindo recursos antropogénicos, viajando mesmo dezenas de quilómetros em busca de alimento. Este trabalho incide nas estratégias de alimentação (particularmente a estratégia marinha) da gaivota de patas amarelas (Larus michaellis) em duas colónias distintas (Berlenga - de 2011 a 2016 e Deserta - em 2015 e 2016) durante a época de reprodução (Maio a Junho). Além disso, as estratégias de gaivotas de pernas amarelas foram comparadas com a estratégia de alimentação da gaivota de Audouinii (Larus audouinii) na Deserta, uma vez que esta é uma espécie que possui uma estratégia de alimentação estritamente marinha. As análises de isótopos estáveis do sangue e plasma foram medidas para detectar diferenças na alimentação na época de reprodução entre os anos e colónias, bem como GPS loggers para avaliar o comportamento na procura de alimentação realizado pelas gaivotas das duas espécies. Os objectivos foram definir a estratégia geral de alimentação das gaivotas de patas amarelas durante a época de reprodução em cada ano e local e relacionar as suas estratégias marinhas, mistas e terrestres com o comportamento na procura de alimento, largura de nicho e condições oceanográficas. No geral, os resultados indicaram diferenças nas estratégias de alimentação ao longo dos anos e colónias e diferenças no nicho isotópico entre as duas espécies de gaivotas. Foi possível definir as 3 estratégias de alimentação previsíveis para as gaivotas de patas amarelas (marinha, mista e terrestre). Em 2013, os indivíduos da Berlenga preferiram uma estratégia de alimentação mais terrestre, provavelmente devido aos menores valores de NAO observados durante esse ano. Em contraste, 2015 foi o ano em que a estratégia de alimentação marinha foi mais utilizada. É de salientar que em apenas alguns anos na Berlenga, foram realizadas viagens mistas (2011, 2012 e 2015). Os resultados mostram que o nicho isotópico das gaivotas com uma estratégia de alimentação marinha foi muito menor que o nicho das gaivotas com uma estratégia de alimentação terrestre. As gaivotas que adoptam uma estratégia de alimentação terrestre podem alimentar-se de uma grande variedade de alimentos, que influenciam muito a amplitude dos valores isotópicos. Pode também verificar-se que o nicho das gaivotas audouinii é pequeno e semelhante ao das gaivotas de patas amarelas que usaram uma estratégia de alimentação marinha. Em conclusão, as estratégias de alimentação das gaivotas de patas amarelas durante a época de reprodução podem diferir muito de acordo com o ano e localização da colónia, e podem ser influenciadas pelas condições oceanográficas e a disponibilidade de fontes de alimento terrestres e marinhas.
Description: Dissertação de Mestrado em Ecologia apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia
URI: http://hdl.handle.net/10316/83229
Rights: embargoedAccess
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