Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/82023
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dc.contributor.advisorRibeiro, Carlos Alberto Fontes-
dc.contributor.advisorFernandes, João Brito de Oliveira-
dc.contributor.authorPereira, Ana Cláudia Monteiro-
dc.date.accessioned2018-12-20T03:19:08Z-
dc.date.available2018-12-20T03:19:08Z-
dc.date.issued2018-09-21-
dc.date.submitted2019-01-19-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/82023-
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Medicina do Desporto apresentada à Faculdade de Medicina-
dc.description.abstractO presente estudo pretendeu avaliar a atividade física dos médicos em Portugal, procurando perceber se cumpriam com as recomendações do American College of Sports Medicine e American Heart Association (ACSM/AHA). Igualmente, procurou-se caracterizar a atividade física dos médicos em função das variáveis sexo, idade, posição na carreira médica, âmbito de trabalho, especialidade médica, local de trabalho e região administrativa.O estudo apresentou um desenho transversal analítico. Os dados obtidos decorreram do questionário eletrónico “Promoção da atividade física no Sistema Nacional de Saúde”, promovido pela Direção Geral da Saúde e pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, envolvendo médicos utilizadores da PEM - Prescrição Eletrónica Médica, onde se incluiu a versão curta portuguesa do Questionário Internacional para a Atividade Física (IPAQ).No total, foram reportadas 961 respostas válidas, representando 2% dos médicos ativos em Portugal. A amostra foi composta por 398 (41%) homens e 563 (59%) mulheres, com idade média de 44 ± 13 anos. As recomendações de atividade física propostas pelo ACSM/AHA foram cumpridas por 72% dos médicos que participaram no estudo. Nestes, os valores medianos de atividade física habitual foram de 2190 MET-min/semana (IIQ = 2469 MET-min/semana). De modo geral, 28% dos médicos apresentaram um nível baixo de atividade física [mediana = 372 (IIQ = 488) MET-min/semana)], 46% apresentaram um nível moderado [mediana = 1490 (IIQ = 1024) MET-min/semana] e 26% apresentaram um nível elevado [mediana = 4320 (IIQ = 2205) MET-min/semana]) (χ2 = 64,45; p < 0,01). 6% dos médicos referiram não fazer qualquer tipo de atividade física. Foram encontradas diferenças significativas no cumprimento das recomendações por âmbito de trabalho e região administrativa (p < 0,05). A idade e o local de trabalho não demonstraram afetar nenhuma das vertentes da atividade física estudadas (p > 0,05). No que respeita especificamente à prática de caminhada, foram encontradas diferenças significativas por sexo, carreira médica, âmbito de trabalho e especialidade médica (p < 0,05). Por outro lado, em relação à atividade física moderada, nem o número de dias por semana com atividade física, nem o tempo por dia com atividade física foram influenciados por fatores sociodemográficos (p > 0,05).No presente trabalho pretendemos dar uma visão transversal do panorama da prática de atividade física dos médicos em Portugal. Estes profissionais são muitas vezes encarados como modelos para a população e considerados das principais fontes de educação para a saúde e estilos de vida saudáveis, pelo que os seus hábitos poderão associar-se a uma prescrição de atividade física mais frequente e eficaz, com benefícios eminentes para o sistema de saúde global.por
dc.description.abstractThe present study aimed to evaluate the physical activity levels of medical doctors working in Portugal based on the guidelines released by the American College of Sports Medicine and the American Heart Association (ACSM/AHA). Also, we explored the influence of gender, age, medical career, scope of work, medical speciality, workplace and administrative region in physical activity levels of medical doctors in Portugal.A cross-sectional analytic study was conducted based on the answers given to the electronic questionnaire “Promoção da atividade física no Sistema Nacional de Saúde” (Physical activity promotion on the Portuguese Healthcare System), promoted by the Portuguese government institutions “Direção Geral da Saúde” and “Serviços Partilhados do Ministério da Saúde”. The study involved medical doctors with access to the prescription electronic platform “PEM”. The questionnaire included the Portuguese short version on the International Physical Activity Questionnaire – IPAQ.We obtained 961 valid answers, representing 1.5% of the active medical doctors in Portugal. The sample was composed by 398 (41%) men and 563 (59%) women (aged 43.6 ± 13.1 years). Seventy two percent of the medical doctors working in Portugal reported physical activity levels as recommended by the ACSM/AHA. The median habitual physical activity was 2190 MET-min/week (IQR = 2469 MET-min/week). Generally, 28% of the medical doctors showed a low physical level [median = 372 (IQR = 488) MET-min/week], 46% a moderate level [median = 1490 (IQR = 1024) MET-min/week] and 26% a high level [median = 1490 (IQR = 1024) MET-min/week] (χ2 = 64.45; p < 0.01). Six percent of all medical doctors reported no physical activity at all. Significantly differences were found for physical activity recommendations engagement by medical career and administrative region (p < 0.05). Age and workplace showed no effect in any of the physical activity variables (p > 0.05). Concerning walking practices, there were significant differences on walking by gender, medical career, scope of work or medical speciality (p < 0.05). On the other hand, regarding moderate physical activity, neither the number of days per week nor the time per day spent on physical activity were influenced by any sociodemographic factors (p > 0.05).With this study, we intended to give a cross-sectional overview of physical activity practice of medical doctors in Portugal. These medical professionals are frequently viewed as role models and considered one of the principal sources for healthy lifestyle behaviour education. Therefore, their own habits would benefit from a more efficient and frequent physical activity prescription, with eminent benefits for the global health system.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsopenAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectprofissionais de saúdepor
dc.subjectatividade físicapor
dc.subjectmedicinapor
dc.subjectaconselhamentopor
dc.subjectIPAQpor
dc.subjecthealth care personneleng
dc.subjectphysical activityeng
dc.subjectmedicineeng
dc.subjectcounsellingeng
dc.subjectIPAQeng
dc.titleAvaliação da atividade física dos Médicos em Portugalpor
dc.title.alternativeEvaluation of the physical activity of the medical doctors in Portugaleng
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationFaculdade de Medicina - Universidade-
degois.publication.titleAvaliação da atividade física dos Médicos em Portugalpor
dc.peerreviewedyes-
dc.identifier.tid202048993-
thesis.degree.disciplineMedicina do Desporto-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado em Medicina do Desporto-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Medicina-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorPereira, Ana Cláudia Monteiro::0000-0002-0495-9230-
uc.degree.classification18-
uc.degree.presidentejuriPereira, Frederico Guilherme Sousa Costa-
uc.degree.elementojuriSantos, Amândio Manuel Cupido-
uc.degree.elementojuriRibeiro, Carlos Alberto Fontes-
uc.contributor.advisorRibeiro, Carlos Alberto Fontes-
uc.contributor.advisorFernandes, João Brito de Oliveira-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.advisor.deptFaculty of Medicine-
crisitem.advisor.parentdeptUniversity of Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCNC - Center for Neuroscience and Cell Biology-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-9707-4895-
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