Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/41788
Title: A melancolia na arquitetura : a partir do cinema português
Authors: Parracho, Mariana Ligeiro Feteira 
Orientador: Lobo, Susana
Urbano, Luís
Keywords: Arquitectura; Cinema português
Issue Date: Dec-2016
Abstract: A melancolia é uma condição temperamental inerente ao Homem, que advém da sua ligação afetiva com pessoas, objetos e lugares, projetando um tempo passado num momento presente através da memória. Pretendendo-se encontrar manifestações da melancolia na arquitetura, a atmosfera que a envolve, singular e irrepetível, revela-se o seu modo de expressão mais eficaz. Esta hipótese de leitura é feita a partir do cinema português e do modo como, nele, está representado o espaço arquitetónico, tendo em conta fatores como, por exemplo, o argumento, a duração do plano, o tipo de enquadramento e a temperatura da cor. Questionando a casa (o interior) como lugar de conforto e a cidade (o exterior) como lugar hostil, Casa na Comporta (2010), No quarto da Vanda (2000), Verdes Anos (1963), O Sangue (1989), Alice (2000), Montanha (2015) e Respirar Debaixo d'Água (2000) propõem-se como objetos de estudo desta reflexão, onde a apropriação do lugar está intimamente associada à dimensão interior que caracteriza o indivíduo melancólico.
Melancholy is a temperamental inborn condition of the human being resulting from its connection with people, objects and places, while projecting the past in the present moment through memory. This thesis finds in a place's atmosphere the best way to express any signs of melancholy in architecture. In order to formulate this outlook, the starting point is the portuguese cinema and the way the architectonic space is represented in it, bearing in mind the argument, the shot's duration, the framework and the colour's temperature. Questioning the house (the interior) as a comfort place and the city (the exterior) as an hostile environment, Casa na Comporta (2010), No quarto da Vanda (2000), Verdes Anos (1963), O Sangue (1989), Alice (2000), Montanha (2015) e Respirar Debaixo d'Água (2000) are the objects of this reflexion, where the ownership of a place is deeply connected to the interior dimension which defines the melancholic individual.
URI: http://hdl.handle.net/10316/41788
Rights: openAccess
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