Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/1605
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dc.contributor.advisorDuarte, Emília da Conceição Pedrosa-
dc.contributor.advisorCarvalho, Arsélio Pato de-
dc.contributor.authorBaltazar, Graça Maria Fernandes-
dc.date.accessioned2008-12-04T13:21:28Z-
dc.date.available2008-12-04T13:21:28Z-
dc.date.issued2000-12-18en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/1605-
dc.descriptionTese de doutoramento em Biologia (Biologia Celular) apresentada à Fac. de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra-
dc.description.abstractNeste trabalho utilizámos as células cromafins em cultura para estudar a regulação da secreção das catecolaminas (CA) e da Leu-encefalina (Leu-Enk). Os estudos realizados com a (w-agatoxina IVA (w-Aga) permitiram esclarecer a participação de canais de Ca2+ do tipo P na exocitose nas células cromafins. A inibição da secreção pela w-Aga apresentou dois componentes com valores de IC50 que estão de acordo com as afinidades da toxina a bloquear os canais P e Q noutros sistemas. Além disso, a aditividade dos efeitos de uma baixa concentração de w-Aga e da w-conotoxina MVIIC, numa dose que inibe maximamente os canais Q, corrobora a hipótese das duas toxinas estarem a actuar em locais diferentes. A contribuição dos canais P para a secreção foi maior a baixas intensidades de estimulação. Para investigar se a libertação de diferentes transmissores químicos presentes nas células cromafins pode ser diferencialmente regulada, determinámos paralelamente a libertação de Adr e Leu-Enk em diferentes condições de estimulação. A libertação de Adr necessitou menores despolarizações e teve uma cinética mais rápida que a libertação de Leu-Enk. Ensaios com células permeabilizadas mostraram ainda diferenças significativas nas concentrações de Ca2+ às quais se registou a libertação máxima de Leu-Enk, Adr e NA. Em conjunto os resultados sugerem que as células cromafins têm uma população heterogénea de grânulos cromafins disponíveis para serem libertados, e que a libertação de CA e dos neuropeptídeos co-armazenados pode ser diferencialmente regulada. Para determinar se as diferenças na secreção nos dois tipos de células cromafins estão relacionadas com diferenças na maquinaria exocitótica recorremos às toxinas do botulismo (BoNT). A libertação de NA exibiu uma maior sensibilidade à clivagem da SNAP-25 e da sintaxina 1 pela BoNT/A e BoNT/C1. Estudos de imunocitoquímica revelaram que as células noradrenérgicas, mais afectadas pela BoNT/C1, expressam maiores quantidades sintaxina 1A e 1B enquanto que a SNAP-25 não apresentou diferenças significativas de expressão nos dois tipos de células. Estes resultados sugerem que as diferenças observadas na secreção nas células noradrenérgicas e adrenérgicas se podem relacionar com características da maquinaria exocitótica dos dois tipos de células.en_US
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccesseng
dc.subjectBiofísica Celularen_US
dc.subjectCélulas cromafinsen_US
dc.subjectCatecolaminas-
dc.subjectExocitose-
dc.subjectSintaxina-
dc.subjectSNAP-25-
dc.titleSecreção diferencial nas células cromafins: relação com características da maquinaria exocitóticaen_US
dc.typedoctoralThesisen_US
item.grantfulltextnone-
item.fulltextSem Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.advisor.deptFaculty of Sciences and Technology-
crisitem.advisor.parentdeptUniversity of Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCNC - Center for Neuroscience and Cell Biology-
crisitem.advisor.orcid0000-0001-9300-3523-
Appears in Collections:FCTUC Ciências da Vida - Teses de Doutoramento
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