Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/10239
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dc.contributor.advisorRibeiro, Carlos Alberto Fontes-
dc.contributor.authorAlmeida, Ana Sofia dos Santos Gaspar Ferreira de-
dc.date.accessioned2009-06-17T13:08:59Z-
dc.date.available2009-06-17T13:08:59Z-
dc.date.issued2009-06-17T13:08:59Z-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/10239-
dc.descriptionDisponível em suporte de papel na Biblioteca da FCDEF-UCen_US
dc.description.abstractA actividade física está frequentemente associada às cefaleias sendo um dos critérios de diagnóstico da enxaqueca e havendo ainda a cefaleia primária do exercício e outras cefaleias desencadeadas ou agravadas pela actividade física. Pretendeu-se estudar a prevalência das cefaleias em duas faculdades, na Faculdade de Medicina (FM) e na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física (FCDEF) respectivamente, onde a actividade física tem uma importância diferente caracterizar o seu papel nas cefaleias primárias. Desenvolveu-se e aplicou-se um questionário para auto-preenchimento, tendo do adaptado aos critérios de diagnóstico da International Headache Society (2004). Este questionário foi validado e depois aplicado a 365 estudantes das duas faculdades na Universidade de Coimbra. Obtivemos 156 questionários correctamente preenchidos, 40 mulheres e 30 homens na Faculdade de Medicina e 22 mulheres e 64 homens na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física. Destes alunos, referiram ter cefaleias 100% das mulheres da FM e 86,4% das mulheres da FCDEF. Relativamente aos homens temos 76,7% na FM com cefaleias e 68,7% na FCDEF. Relativamente à distribuição das cefaleias nas estudantes mulheres da FM e da FCDEF obtivemos com enxaqueca sem aura 2,5% e 9,1%, com enxaqueca com aura 2,5% e 0%, com cefaleias tipo tensão pouco frequente 22,5% e 18,2%, com cefaleias tipo tensão frequente 32,5% e 22,7% e com cefaleias mistas (dois tipos de cefaleias) 40% e 36,4% respectivamente. Já nos estudantes homens da FM e da FCDEF obtivemos para enxaqueca sem aura 3,3% e 3,1%, com enxaqueca com aura 3,3% e 0%, com cefaleias tipo tensão pouco frequente 33,3% e 26,6%, com cefaleias tipo tensão frequente 23,3% e 28,1%, com cefaleias em guinada 0% e 3,1% e com cefaleias mistas 23,3% e 31,1% respectivamente. As cefaleias primárias, nomeadamente os subtipos enxaqueca e cefaleias tipo tensão, são igualmente muito frequentes nos estudantes de ambas as faculdades que tem uma prática diferente de exercício. Os resultados obtidos sugerem que a actividade física repetida não previne as cefaleias.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.rightsembargoedAccesseng
dc.subjectCefaleiasen_US
dc.subjectActividade Físicaen_US
dc.subjectHomensen_US
dc.subjectMulheresen_US
dc.subjectEstudantes Universitáriosen_US
dc.titleActividade Física e Cefaleias - Estudo comparativo entre os géneros (feminino/masculino) em duas Faculdadesen_US
dc.typebachelorThesisen_US
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.advisor.deptFaculty of Medicine-
crisitem.advisor.parentdeptUniversity of Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCNC - Center for Neuroscience and Cell Biology-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-9707-4895-
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