Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/100933
Title: (In)Visible (a)sexuality? Media discourses and representations on asexuality in Portugal
Other Titles: (As)sexualidade (in)visível? Discursos e representações mediáticas sobre a assexualidade em Portugal
Authors: Alcaire, Rita 
Keywords: Asexuality; Mass media; Representations; Asexual activism; Human rights; Assexualidade; Mass media; Ativismo assexual; Direitos humanos; Portugal
Issue Date: 15-Dec-2021
Publisher: Imprensa da Universidade de Coimbra
Project: SFRH/BD/52281/2013 
Serial title, monograph or event: Antropologia Portuguesa
Issue: 38
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: This article uses multimodal analysis to explore the representation of asexuality in Portuguese mainstream media from 2011– 2017. After an overview of how the concept of asexuality has been discussed in scientific literature, I briefly address how its relationship with the media has been an object of study internationally and how the concept captured media attention in Portugal. I then proceed to a multimodal analysis of a collection of media stories on asexuality in Portuguese print (newspaper and magazines) and broadcast (radio, television and internet) mainstream media, identifying major themes and then considering the critical trends and absences. The major tendency points to a positive portrayal of asexuality as part of the human experience and puts asexually identified people centre stage, owning the narratives about themselves.
Este artigo apresenta o resultado de uma análise multimodal da representação da assexualidade nos meios de comunicação social mainstream portugueses. Em Portugal, os meios de comunicação desempenharam um papel central na relação entre a recém-formada comunidade assexual portuguesa e o público em geral. A atenção dos média sobre a assexualidade em Portugal gerou uma discussão sobre como as pessoas assexuais são representadas, mas também sobre as representações sociais da diversidade sexual em geral. Como resultado, a comunidade assexual e o movimento LGBTQI+ portugueses foram impelidos a refletir sobre a sua atividade e sobre a imagem pública que pretendiam transmitir. Portanto, a comunidade teve que fazer escolhas: em que média participar; quem participa; a que rostos a mensagem é associada; até que ponto as pessoas aliadas devem ser tidas em consideração; quais tipos de discurso são privilegiados e quais são excluídos. Entre outros efeitos públicos, o movimento LGBTQI+ português passou a reconhecer a assexualidade nos documentos por si produzidos. O corpus de materiais sobre a temática cresceu, e a assexualidade deixou uma marca significativa. A principal tendência aponta para um retrato positivo da assexualidade que coloca as pessoas assexuadas no centro do palco, tendo controlo das narrativas sobre si mesmas.
URI: http://hdl.handle.net/10316/100933
ISSN: 2182-7982
0870-0990
DOI: 10.14195/2182-7982_38_2
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Nacionais

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